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Recursos, Noticias, legislação e curiosidade sobre teste de adn e paternidade. Avanços na genética e nos testes de adn disponibilizados ao consumidor final. 

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10 Curiosidades sobre o ADN, cromossomas e testes de ADN

Ler contributo inteiro: 10 Curiosidades sobre o ADN, cromossomas e testes de ADN

Com o crescente interesse  em  testes de ADN sejam de ancestralidade, testes de ADN com foco na nutrição, com o cuidado da pele entre outros, a ciência do ADN tornou-se presente no dia-a-dia das pessoas em todo o mundo.

Os teste de vinculos biológicos são os mais antiigos assim como os kits de recolha de adn para testes de paternidade de ADN, até mesmo a sua disponibilização on-line que ajuda as pessoas a fazer a colheita do seu ADN no conforto da sua casa, mantendo o sigilo e a confidencialidade do exame que estão a executar.

Após o envio das suas amostras para o laboratório, em algumas semanas, tem acesso a factos sobre o seu passado que por vezes podem ser “um gatilho” na forma de pensarmos, como por exemplo descobrir as rotas de migração de seus antepassados, a resposta do corpo a nutrientes importantes, os exercícios que melhor funcionam consigo, ou o quão sensível é a sua pele. Mas o uso do ADN a cada dia que passa vai mais além, como determinar a aparência do cão – composição da raça ou verificar a saúde genética do seu gato. As aplicações úteis da análise do ADN estão a explodir, e é verdadeiramente uma ciência com infinitas possibilidades. Mas a maioria de nós não é cientista e por vezes nem tem uma compreensão básica do que é o ADN ou a forma como ele funciona, então aqui estão 10 fatos do ADN muito básicos e úteis para todos.

TESTE_DE_ADN_E_CROMOSSOMAS

 

1.ADN significa ácido desoxirribonucleico e é o mensageiro básico da criação de seu corpo

O que o ADN faz? Para colocá-lo de forma muito simples, as sequências de ADN específicas enviam mensagens para proteínas com instruções sobre uma tarefa a realizar, como "fazer uma unha humana". O ADN para cada espécie é único, e é por isso que os seres humanos só criam outros humanos, os cangurus fazem outros cangurus , e margaridas produzem apenas outras margaridas e não tulipas.

 

2. O ADN é encontrado em todos os seres vivos

Plantas e animais têm ADN. Encontra-se principalmente na área de uma célula chamada núcleo, e na parte da célula chamada mitocôndria. Cada célula humana pode conter 10 000 genes compostos de ADN, e se desenrolar todo o ADN de uma célula ele chega a um comprimento de 1,82 metros. Isto dá-lhe uma ideia não só da quantidade de ADN em cada célula, mas também de quão minúsculos são estes "blocos de construção da vida".

 

3. O ADN consiste em bases, açúcares e fosfatos

As bases no ADN são adenina (A), guanina (G), timina (T) e citosina (C). Estas são bases químicas; são exclusivamente pares como A para T e C para G, e são conhecidos como pares de bases. Cada base é anexada a uma molécula de açúcar e a uma molécula de fosfato, formando o que é chamado de nucleótido. Estes são os componentes básicos do ADN: como eles trabalham juntos é o que cria a "magia" científica.

 

4. A estrutura do ADN é uma dupla hélice, por isso parece uma escada em espiral

Um fio de ADN realmente é parecido com uma escada torcida, com os pares de bases formando os degraus, e as moléculas de açúcar e fosfato criando as peças da escada. O que é importante lembrar sobre esta estrutura é que a ordem dos degraus é o que ajuda a determinar o que o ADN codifica, seja para um cabelo humano ou para a folha de uma árvore.

 

5. O ADN é encontrado em genes contidos em cromossomos

Muitas pessoas ficam confusas com genes e cromossomos. Os genes são compostos por ADN. Como cada célula possui muito ADN, as vertentes do ADN envolvem-se em pequenos pacotes extremamente apertados. A forma empacotada do ADN é chamada de cromossoma. A explicação de tudo isso pode tornar-se bastante difícil, então a maneira mais fácil de visualizá-lo é: o ADN está em genes e os genes estão em cromossomos.

 

6. 46 cromossomas são encontrados em humanos

Tipicamente, os seres humanos têm 23 pares de cromossomas em cada célula. Destes pares, 22 são os mesmos para homens e mulheres. É este último cromossoma que diferencia os sexos. As mulheres têm dois cromossomos X: XX. E os homens têm um cromossoma X e um Y: XY. Num relatório de teste de ADN de vinculo biológico, este gene tem o nome de amelogenina.

 

7. O número de cromossomas varia de espécies para espécies

O número de cromossomas varia amplamente nos reinos animal e vegetal. Os cavalos têm 64, os caranguejos têm 254, as batatas têm 48. Não se pode identificar uma espécie apenas por seu número de cromossomos, e não é o número que importa, mas sim a informação contida nesses cromossomas. Humanos e chimpanzés partilham 96% de seus genes!

 

8. Géneros idênticos têm perfis de ADN idênticos

Com a possível exceção de algumas mutações, os perfis de ADN entre gêmeos idênticos não podem ser distinguidos um do outro. É por isso que os gêmeos são chamados de idênticos! Quando um único óvulo se divide em dois, 100 por cento do mesmo ADN é partilhado pelos dois embriões. Os gémeos fraternos, ou “falsos”, por outro lado, partilham a mesma quantidade de ADN que os irmãos regulares: 50%. Curiosamente, gémeos idênticos podem não ter as mesmas impressões digitais. As impressões digitais podem ser afetadas por flutuações hormonais no útero e fatores ambientais também.

 

9. O ADN é herdado dos nossos pais

Nós herdamos metade do nosso ADN da nossa mãe biológica e metade do nosso pai biológico. Irmãos e irmãs partilham 50% do ADN, no seguimento do exposto pode-se concluir que herdou 25% do seu ADN de seus avós. É por isso que uma neta pode ter a forma do nariz da sua avó em vez de sua mãe. A nossa aparência geral depende de combinações genéticas provenientes de uma “sopa de ADN” que tem muitos séculos!

 

10. Como o ADN é único para cada pessoa, ele pode ser usado para identificar pessoas e pode ajudar a estabelecer a paternidade de uma criança

Com a exceção de gémeos idênticos, o ADN é único para cada pessoa. É por isso que o teste de ADN é usado tão amplamente na aplicação da lei, análises dos nossos antepassados (como testes de ascendência) e, claro, para testes de paternidade. Um relatório de um teste de paternidade mostra os dados de ADN partilhados entre as partes testadas em 20 ou mais marcadores genéticos chave e, em seguida, usa uma fórmula estatística para determinar a probabilidade de uma relação biológica entre o homem e a criança testada. A ciência é tão confiável que os tribunais confiam nos resultados legais do teste de paternidade ao tomar importantes decisões de direito familiar.

 

Conclusão:

Bem-vindo à idade do ADN! A ciência e suas descobertas e aplicações associadas estão a crescer a uma taxa surpreendente e esta tendência, sem dúvida, continuará no século XXI. As possibilidades são realmente infinitas.

 

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A HISTÓRIA DO ADN - PARTE III - 2000 A 2017 - CÓDIGOADN

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2000 - O código genético da mosca da fruta é descodificado

 

Em março de 2000, cientistas de vários laboratórios descodificaram com sucesso a composição genética da mosca da fruta. O esforço colaborativo teve implicações importantes para o sequenciamento do genoma humano, uma vez que a biologia e o desenvolvimento de células volantes têm muito em comum com os mamíferos.

 

Durante a pesquisa, os cientistas descobriram que todas as células da mosca da fruta contêm 13,601 genes, tornando-se, de longe, o organismo mais complexo descodificado na época. No entanto, em contraste, as células humanas contêm 70 mil genes. Embora o Projeto Genoma Humano ainda tivesse um longo caminho a percorrer para atingir seu objetivo final, este foi um marco importante na caminhada do projecto.

 

 

2002 - O rato é o primeiro mamífero a ter seu genoma descodificado

 

Em 2002, os cientistas deram o próximo passo e descodificaram o genoma do primeiro mamífero - o rato. A conquista permitiu comparar, pela primeira vez, o genoma humano com o de outro mamífero.

 

Surpreendentemente, descobriu-se que 90% do genoma do rato era equivalente às regiões correspondentes do genoma humano. Tanto o rato quanto o genoma humano continham cerca de 30 mil genes codificadores de proteínas. Estas descobertas evidenciaram pela primeira vez quão íntimas as espécies de mamíferos estavam geneticamente relacionadas.

 

 

 

2003 - O Projeto Genoma Humano está concluído

 

A história foi feita em 2003, quando o Projeto Genoma Humano foi finalmente concluído. O projeto de pesquisa internacional poderia ser descrito como a maior jornada já feita.

 

Os cientistas alcançaram uma sequência de alta qualidade de todo o genoma humano. Em 2001, o Projeto Genoma Humano publicou um "rascunho" do genoma humano, que incluiu uma sequência de 90% de todos os três bilhões de pares de bases.

 

Depois disso, os cientistas prosseguiram a segunda etapa do projeto - a fase final. Durante esse período, os pesquisadores preencheram as lacunas e resolveram as características do ADN em áreas ambíguas até completarem 99% do genoma humano na forma final.

 

Esta forma final contém 2,85 bilhões de nucleotídeos, com uma taxa de erro prevista de apenas 1 evento em cada 100.000 bases sequenciadas. As surpresas incluíram o número relativamente pequeno de genes codificadores de proteínas (entre 20.000 e 25.000) e que havia genes semelhantes com as mesmas funções presentes em diferentes espécies.

 

 

2014 - Outras descobertas

Ao longo de 2014, os cientistas do mundo continuaram a desenvolver a compreensão do ADN. Os cientistas anunciaram em maio que criaram com sucesso um organismo com um código genético artificial expandido. Este sucesso poderia eventualmente levar à criação de organismos que podem produzir medicamentos ou produtos industriais de forma orgânica.

 

Houve também avanços no campo da medicina; o estudo mais importante na base genética da doença mental encontrou mais de 100 genes que desempenham um papel no desenvolvimento da esquizofrenia. Estas descobertas têm o potencial de iniciar a produção de novos medicamentos para tratar esta doença psiquiátrica não incomum.

 

Os genetistas também fizeram progressos no campo inovador da epigenética (o estudo das mudanças nos organismos causados pela alteração da expressão gênica). Ao estudar pares de gêmeos idênticos, cientistas da Suécia descobriram que as mudanças na expressão de genes envolvidos na inflamação, gordura e metabolismo da glicose podem estar por trás do desenvolvimento do Diabetes Tipo 2.

 

Futuro - Epigenética, medicina personalizada e maior responsabilidade individual

O que devemos esperar do futuro da genética? Nas últimas décadas, a epigenética tem sido uma área inovadora de desenvolvimento da pesquisa. Essencialmente, o termo epigenética significa "sobre genética" e refere-se aos marcadores biológicos que influenciam o que "sai" da sequência do ADN.

 

A pesquisa descobriu que há um grande número desses mecanismos moleculares que afetam a atividade dos nossos genes. Incrivelmente, descobriu-se que nossas experiências e escolhas de vida podem mudar a atividade destes mecanismos, resultando em mudanças na expressão gênica. Ainda mais fascinante é que essas mudanças na expressão gênica podem ser herdadas, o que significa que as experiências de vida dos seus antepassados podem influenciar fundamentalmente sua composição biológica.

 

Estas descobertas provavelmente terão um impacto dramático no futuro do sistema de saúde. Estamos a começar a entender que as escolhas que fazemos podem ter um impacto a longo prazo na nossa saúde e podem causar mudanças no nível genético, o que pode afetar as futuras gerações. A responsabilidade individual das nossas escolhas de estilo de vida é, portanto, mais importante do que nunca. 

Outro desenvolvimento futuro provável é o aumento do uso de medicamentos personalizados. Muitas doenças genéticas são causadas por genes em mutação, mas que diferem de uma pessoa para a outra. Ao identificar estas combinações, os medicamentos podem ser adaptados ao indivíduo, proporcionando o melhor tratamento possível.

 

 

> A HISTÓRIA DO ADN - PARTE II [1900 a 2000] - CÓDIGOADN

> A HISTÓRIA DO ADN - PARTE I [1800 a 1900] - CÓDIGOADN

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A História do ADN - Parte II [1900 a 2000] - CódigoADN

Ler contributo inteiro: A História do ADN - Parte II [1900 a 2000] - CódigoADN

 

1900 - O Movimento Eugenia

 

Na história do ADN, o movimento Eugenia é um capítulo notavelmente negro, que destaca a falta de compreensão sobre a nova descoberta na época. O termo "eugenia" foi usado pela primeira vez em 1883 para se referir à "ciência" da hereditariedade e da procriação.

Em 1900, as teorias de Mendel, que encontraram um padrão estatístico regular para características como altura e cor, foram redescobertas. Na exaltação da pesquisa que se seguiu, uma linha de pensamento ramificou-se para a teoria social e desenvolveu-se a eugenia.

Este foi um movimento imensamente popular no primeiro quarto do século 20 e foi apresentado como uma ciência matemática, que poderia prever os traços e características dos seres humanos.

O lado mais negro do movimento surgiu quando os investigadores se interessaram em controlar a criação de seres humanos, de modo que apenas as pessoas com os melhores genes pudessem reproduzir e melhorar as espécies. Muitas vezes, foi usado como uma espécie de racismo "científico", para convencer as pessoas de que certa “classe racial" eram superiores aos outros em termos de limpeza, inteligência, etc. Mostra os perigos que vêm com a prática da ciência sem um verdadeiro respeito pela humanidade como um todo.

Muitas pessoas podiam ver que a disciplina estava cheia de imprecisões, pressupostos e inconsistências, além de incentivar a discriminação e o ódio racial. No entanto, em 1924 ganhou apoio político quando o Ato de Imigração foi aprovado por uma maioria na Casa Branca - dos Estados Unidos e no Senado. O Ato introduziu quotas rígidas sobre a imigração de países que os eugenistas acreditavam ter ações "inferiores", como o sul da Europa e a Ásia. Quando o ganho político e a ciência conveniente combinam forças, ficamos ainda mais longe da verdade e de uma sociedade que respeite os que estão dentro. Isto não é muito diferente das indústrias do tabaco dos anos 80 e das indústrias açucareiras da década atual.

Com a contínua pesquisa científica e a introdução do comportamento em 1913, a popularidade da eugenia finalmente começou a cair. Os horrores da eugenia institucionalizada na Alemanha nazista que surgiram após a 2ª Guerra Mundial extinguiram completamente o que restava do movimento.

 

 

1900 - As teorias de Mendel são redescobertas por investigadores

 

Em 1900, 16 anos após sua morte, a pesquisa da planta de ervilha de Gregor Mendel finalmente entrou na comunidade científica em geral.

O botânico e geneticista holandês Hugo de Vries, o botânico e geneticista alemão Carl Erich Correns e o botânico austríaco Erich Tschermak von Seysenegg, redescobriram, independentemente, o trabalho de Mendel e relataram resultados de experiências hibridas semelhantes às suas descobertas.

Na Grã-Bretanha, o biólogo William Bateson tornou-se um dos principais campeões das teorias de Mendel e reuniu à sua volta um entusiasta grupo de seguidores. Conhecidos como 'Mendelianos', os partidários inicialmente enfrentaram-se com Darwinianos (seguidores das teorias de Charles Darwin). Na época, acreditava-se que a evolução se baseava na seleção de pequenas variações de mistura, enquanto que as variações de Mendel claramente não se misturavam.

 

Foram necessárias três décadas para que a teoria mendeliana fosse suficientemente compreendida e que encontrasse o seu lugar na teoria evolutiva.

 

 

1902 - Sir Archibald Edward Garrod é o primeiro a associar as teorias de Mendel com uma doença humana

 

Em 1902, Sir Archibald Edward Garrod tornou-se a primeira pessoa a associar as teorias de Mendel com uma doença humana. Garrod tinha estudado medicina na Universidade de Oxford antes de seguir os passos do pai e tornar-se um médico.

Ao estudar a perturbação humana, a alcaptonúria, recolheu informações da história familiar dos seus pacientes. Através de discussões com o defensor Mendeliano William Bateson, concluiu que a alcaptonúria era um transtorno recessivo e, em 1902, publicou The Incidence of Alkaptonuria: A Study in Chemical Individuality. Esta foi a primeira obra publicada de herança recessiva em seres humanos.

Foi também a primeira vez que um distúrbio genético foi atribuído a "erros inatos do metabolismo", que se referia à crença de que certas doenças eram o resultado de erros ou passos errados em vias químicas do corpo. Estas descobertas foram alguns dos primeiros marcos no desenvolvimento cientifico na compreensão de bases moleculares da herança genética.

 

 

1944 - Oswald Avery identifica o ADN como o "princípio transformador"

 

Na década de 1940, a compreensão dos cientistas sobre os princípios da herança genética avançou consideravelmente - os genes eram conhecidos como unidades discretas da hereditariedade, além de gerar as enzimas que controlavam as funções metabólicas. No entanto, não foi até 1944 que o ácido desoxirribonucleico (ADN) foi identificado como o "princípio transformador".

O homem que fez o avanço foi Oswald Avery, um imunoquímico do Hospital of the Rockefeller Institute for Medical Research. Avery trabalhou muitos anos com a bactéria responsável pela pneumonia, pneumococo e descobriu que, se a bactéria do pneumococo fosse misturada com uma forma inerte mas letal, as bactérias inofensivas tornar-se-iam logo mortíferas.

Determinado a descobrir qual a substância que teria sido responsável pela transformação, combinou forças com Colin MacLeod e Maclyn McCarty e começou a purificar setenta e cinco litros de bactérias. Logo observou que a substância não parecia ser uma proteína ou carboidrato, mas sim um ácido nucleico, e com uma análise posterior, revelou-se o ADN.

Em 1944, depois de muita deliberação, Avery e seus colegas publicaram um artigo no Journal of Experimental Medicine, no qual eles delinearam a natureza do ADN como o "princípio transformador". Embora o documento não tenha sido amplamente lido por geneticistas na época, ele inspirou pesquisas futuras, preparando o caminho para uma das maiores descobertas do século XX.

 

 

1950 - Erwin Chargaff descobre que a composição do ADN é específica da espécie

 

Em 1944, o cientista Erwin Chargaff tinha lido o artigo científico de Oswald Avery, que identificava o ADN como a substância responsável pela hereditariedade. A revelação teve um enorme impacto sobre o Chargaff e mudou o curso do futuro da sua carreira. Mais tarde, lembrou: "Avery deu-nos o primeiro texto de uma nova língua, ou melhor, ele nos mostrou onde procurá-la. Eu resolvi pesquisar esse texto.

O Chargaff estava determinado a começar a trabalhar na química dos ácidos nucleicos. O seu primeiro passo foi desenvolver um método de análise de componentes nitrogenados e açúcares de ADN de diferentes espécies.

Posteriormente, submeteu dois artigos ao Journal of Biological Chemistry (JBC) detalhando a análise qualitativa completa de uma série de preparações de ADN. Apesar do significado das descobertas do documento, o JBC inicialmente estava relutante em publicá-lo, ilustrando a ignorância sobre os ácidos nucleicos entre os cientistas de elite na época.

A Chargaff continuou a melhorar os seus métodos de pesquisa e, eventualmente, conseguiu analisar rapidamente o ADN de um universo grande de espécies. Em 1950, resumiu os seus dois principais achados sobre a química dos ácidos nucleicos: primeiro, que em qualquer ADN de cadeia dupla, o número de unidades de guanina é igual ao número de unidades de citosina e o número de unidades de adenina é igual ao número de unidades de timina e, em segundo lugar, a composição do ADN varia entre as espécies. Estas descobertas são agora conhecidas como "Regras do Chargaff".

 

 

1952 - Rosalind Franklin fotografa fibras de ADN cristalizadas

 

Rosalind Franklin nasceu em Londres em 1920 e realizou uma grande parte da pesquisa que eventualmente levou à compreensão da estrutura do ADN - uma grande conquista no momento em que só os homens eram aceites em salas de refeições de algumas universidades.

Depois de obter um doutorado em química e física da Universidade de Cambridge em 1945, passou três anos no Laboratoire Central des Services Chimiques de L'Etat em Paris, aprendendo as técnicas de difração de raios-X. Então, em 1951, voltou para Londres para trabalhar como pesquisadora no laboratório de John Randall no King's College.

O papel de Franklin foi criar e melhorar a unidade de cristalografia de raios-X no King's College. Trabalhou com o cientista Maurice Wilkins, e um estudante, Raymond Gosling, e foi capaz de produzir dois conjuntos de fotografias de alta resolução de fibras de ADN. Usando as fotografias, ela calculou as dimensões dos fios e também deduziu que os fosfatos estavam na parte externa do que provavelmente era uma estrutura helicoidal.

As fotografias de Franklin foram descritas como "as mais belas fotografias de raios-X de qualquer substância já tomada" de J. D. Bernal e, entre 1951 e 1953, a sua pesquisa aproximou-se da descoberta da estrutura do ADN.

A imagem acima mostra as amostras originais de ADN que foram entregues a Maurice Wilkins pelo bioquímico suíço Rudolf Signer. O estudante de doutorado Raymond Gosling usou as amostras para produzir os primeiros cristais de ADN e, com Rosalind Franklin, os usou para a próxima geração de imagens de raios-X.

 

 

1953 - James Watson e Francis Crick descobrem a estrutura de dupla hélice do ADN

 

Em 1951, James Watson visitou a Universidade de Cambridge e passou a encontrar-se com Francis Crick. Apesar de uma diferença de idades de 12 anos, conseguiram cooperar e Watson permaneceu na universidade para estudar a estrutura do ADN no Cavendish Laboratory.

Usando dados de raios-X disponíveis e construção de modelos, conseguiram resolver o enigma que desconcertava cientistas há décadas. Em 1962, foram premiados com o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina juntamente com Maurice Wilkins.

Apesar das fotografias terem sido críticas para a solução de Watson e Crick, Rosalind Franklin não foi homenageada, já que apenas três cientistas poderiam partilhar o prémio. Morreu em 1958, depois de uma curta batalha contra o cancro.

 

 

1959 - Uma cópia adicional do cromossoma 21 ligado à síndrome de Down

 

Hoje, os cientistas usam rotineiramente a nossa compreensão da genética para o diagnóstico e o prognóstico da doença. No entanto, demorou décadas para a citogenética (o estudo dos cromossomas) a ser reconhecida como uma disciplina médica.

A primeira citogenética teve um grande impacto no diagnóstico da doença em 1959, quando uma cópia adicional do cromossoma 21 estava ligada à síndrome de Down. No final dos anos 60 e início dos anos 70, foram introduzidas manchas como Giemsa, que se ligam aos cromossomas de forma não uniforme, criando bandas de áreas claras e escuras. A invenção transformou a disciplina, possibilitando identificar cromossomas individuais, além de secções dentro dos cromossomas, e constituiu a base do diagnóstico genético clínico inicial.

 

 

1965 - Marshall Nirenberg é a primeira pessoa a sequenciar as bases 

 

Em 1957, Marshall Nirenberg chegou ao Instituto Nacional de Saúde como um sujeito pós-doutorado do laboratório do Dr. DeWitt Stetten, Jr.. Ele decidiu concentrar a sua pesquisa em ácidos nucleicos e a síntese de proteínas na esperança de quebrar o "código da vida".

Os anos seguintes foram retomados com experiências, já que Nirenberg tentou mostrar que o RNA poderia desencadear a síntese proteica. Em 1960, Nirenberg e o seu pós-doutorado, Heinrich Matthaei estavam no bom caminho para resolver o problema da codificação.

Nirenberg e Matthaei trituraram células de bactérias de E.Coli, para romper as suas paredes e libertar o citoplasma, que eles usaram nas suas experiências. Essas experiências usaram 20 tubos de teste, cada um preenchido com um aminoácido diferente - os cientistas queriam saber qual aminoácido seria incorporado numa proteína após a adição de um tipo particular de RNA sintético.

Em 1961, o par realizou uma experiência que mostrou que uma cadeia das bases de repetição uracil forçou uma cadeia de proteína feita de um aminoácido repetitivo, a fenilalanina. Este foi um experimento revolucionário que provou que o código poderia ser quebrado.

Nirenberg e Matthaei realizaram mais experiencias com outros fios de RNA sintético, antes de preparar os documentos para publicação. No entanto, ainda havia muito trabalho a fazer - os cientistas agora precisavam determinar quais bases compunham cada codão, bem como a sequência de bases dentro dos codões.

Ao mesmo tempo, o prémio Nobel Severo Ochoa também estava a trabalhar no problema de codificação. Isto provocou uma competição intensa  entre os laboratórios, já que os dois cientistas queriam ser os primeiros a terminar. Com a esperança de garantir que o primeiro cientista do NIH ganhava o Prémio Nobel, os colegas de Nirenberg colocaram o seu próprio trabalho em espera para ajudá-lo a atingir seu objetivo.

Finalmente, em 1965, Nirenberg tornou-se a primeira pessoa a sequenciar o código. Em 1968, os seus esforços foram recompensados quando ele, Robert W. Holley e Har Gobind Khorana foram premiados conjuntamente com o Prémio Nobel.

 

 

1977 - Frederick Sanger desenvolve técnicas rápidas de sequenciamento de ADN

 

No início da década de 1970, os biólogos moleculares fizeram avanços incríveis. Podem agora decifrar o código genético e explicar a sequência de aminoácidos nas proteínas. No entanto, novos desenvolvimentos no campo estavam a ser retidos pela incapacidade de se ler facilmente as sequências de nucleótidos de uma forma precisa do ADN.

Em 1943, o graduado de Cambridge Frederick Sanger começou a trabalhar para A. C. Chibnall, identificando os grupos amino livres na insulina. Através deste trabalho, ele tornou-se a primeira pessoa a ordenar os aminoácidos e a obter uma sequência de proteína, ganhado com isso mais um Prémio Nobel. Ele deduziu que se as proteínas fossem moléculas ordenadas, então o ADN que as faz também deveria ter uma ordem.

Em 1962, Sanger mudou-se com o Conselho de Pesquisa Médica para o Laboratório de Biologia Molecular em Cambridge, onde o sequenciamento de ADN se tornou uma extensão natural do seu trabalho com proteínas. Inicialmente, ele começou a trabalhar na sequência de RNA, pois era menor, mas estas técnicas foram logo aplicáveis ao ADN e, eventualmente, tornaram-se o método didesoxi usado hoje nas reações de sequenciamento.

Com este avanço em técnicas rápidas de sequenciamento, Sanger obteve o segundo Prémio Nobel de Química em 1980, que compartilhou com Walter Gilbert e Paul Berg.

 

 

 

 

 

1983 - A doença de Huntington é a primeira doença genética mapeada

 

A HD é uma doença neurodegenerativa rara e progressiva que geralmente se manifesta entre 30 e 45 anos de idade. Caracteriza-se por perda de controlo motor, movimentos espasmódicos, sintomas psiquiátricos, demência, personalidade alterada e declínio na função cognitiva. Como a doença se desenvolve na idade adulta, muitas pessoas já tiveram filhos antes de serem diagnosticadas e passaram o gene mutante para a próxima geração.

Em 1983, um marcador genético ligado a HD foi encontrado no cromossoma 4, tornando-se a primeira doença genética a ser mapeada usando polimorfismos de ADN. No entanto, o gene não foi isolado antes de 1993.

 

 

1990 - O primeiro gene que se encontra associado ao aumento da suscetibilidade ao cancro da mama e ovário familiar é identificado

 

Em 1990, identificou-se o primeiro gene a associar-se ao aumento da suscetibilidade ao cancro familiar de mama e ovário. Os cientistas realizaram estudos de ligação do ADN em famílias numerosas que apresentaram características relacionadas com síndrome do cancro do ovário e da mama hereditário (HBOC).

Nomearam o gene, que estava localizado no cromossoma 17, BRCA1. No entanto, ficou claro que nem todas as famílias de cancro da mama estavam ligadas à BRCA1 e, com a pesquisa contínua, foi identificado um segundo gene BRCA2 estava localizado no cromossoma 13.

Todos têm 2 cópias de BRCA1 e BRCA2, que são genes de supressão de tumor. Se uma pessoa tiver 1 cópia alterada de qualquer gene, pode levar a uma acumulação de mutações, o que pode levar à formação de tumor.

 

 

1990 - O Projeto Genoma Humano começa

 

Em 1988, o Conselho Nacional de Pesquisa iniciou um programa para mapear o genoma humano. O Projeto Genoma Humano começou oficialmente em 1990, com o Departamento de Energia dos EUA (DOE) e os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) publicando um plano para os primeiros cinco anos do projeto

Muitas organizações tinham um longo interesse em mapear o genoma humano por causa do avanço da medicina, mas também para outros fins como a detecção de mutações que a radiação nuclear poderia causar.

Os objetivos do projeto incluíram: mapear o genoma humano e determinar todos os 3,2 bilhões de letras nele, mapear e sequenciar os genomas de outros organismos, se fosse útil o estudo da biologia, desenvolvendo tecnologia com o objetivo de analisar o ADN e estudar as , implicações éticas e legais da pesquisa do genoma na sociedade.

 

 

1995 - Haemophilus Influenzae é o primeiro genoma da bactéria sequenciado

 

Em 1995, para demonstrar a nova estratégia de sequenciação de "shogun", J. Craig Venter e colegas publicaram o primeiro genoma completamente sequenciado de um organismo autorreplicante e de vida livre - Haemophilus Influenzae.

Conhecido como H.flu, Haemophilus Influenzae é uma bactéria que pode causar meningite e infeções auditivas e respiratórias em crianças. Antes deste avanço, os cientistas só conseguiram sequenciar o genoma de alguns vírus, que são cerca de dez vezes menores que os de H.flu.

O projeto demorou cerca de um ano e foi uma conquista notável. O seu sucesso provou que a técnica de “shotgun” aleatória poderia ser aplicada em genomas inteiros de forma rápida e precisa, preparando o caminho para futuras descobertas.

 

 

1996 - Dolly the sheep ( Dolly a ovelha) é clonada

 

A mundialmente famosa Dolly, a ovelha, foi o primeiro mamífero a ser clonado de uma célula adulta. A façanha foi inovadora - enquanto animais como vacas já tinham sido clonados a partir de células embrionárias.

Dolly foi criada por cientistas que trabalham no Instituto Roslin na Escócia, a partir da célula do úbere de uma ovelha branca Finn Dorset de seis anos de idade. Ao alterar o meio de crescimento, os cientistas encontraram uma maneira de "reprogramar" a célula, que foi então injetada em um óvulo não fertilizado que tinha removido o seu núcleo. O ovo foi então cultivado para atingir o estágio embrionário, antes de ser implantado em uma mãe substituta.

A clonagem de células adultas é um processo difícil e de 277 tentativas, Dolly foi a única ovelha a sobreviver. Continuou a viver no Instituto Roslin e foi capaz de produzir descendentes normais. Após a sua morte, foi embalsamada e colocada em exibição, como pode ser visto na imagem que acompanha.

 

 

1996 - "Princípios das Bermudas" estabelecidos

 

Em 1996, os líderes do Projeto do Genoma Humano encontraram-se nas Bermudas e concordaram que os dados da sequência do genoma deveriam ser disponibilizados gratuitamente e de domínio público dentro de 24 horas após a sua geração.

Conhecido como os "Princípios das Bermudas", o acordo foi projetado para garantir que a informação de sequência conduzisse o mais rápido possível aos avanços em saúde e pesquisa.

A fim de coordenar o processo, também foi acordado que os centros de sequenciação em larga escala informariam a Organização do Genoma Humano (HUGO) de qualquer intenção de sequenciar determinadas regiões do genoma. A HUGO colocaria então essas informações no seu site e direcionaria os visitantes para os centros específicos para obter informações mais detalhadas sobre o estado atual do sequenciamento.

 

1999 - O primeiro cromossomo humano é descodificado

 

Em 1999, uma equipe internacional de cientistas alcançou um marco importante quando descobriram pela primeira vez o código genético completo de um cromossomo humano. O cromossoma em questão foi o cromossoma 22, que continha 33,5 milhões de "letras" ou componentes químicos.

Na época, a sequência era o trecho contínuo mais longo de ADN já decifrado e montado. No entanto, foi apenas o primeiro capítulo do livro de instruções genéticas humanas - o resto ainda estava por vir.

 

> A HISTÓRIA DO ADN - PARTE III [2000 A 2017] - CÓDIGOADN

> A HISTÓRIA DO ADN - PARTE I [1800 A 1900] - CÓDIGOADN

 

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A História do ADN - Parte I - 1800 A 1900 - CódigoADN

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1859 - Charles Darwin publica a origem das espécies

 

Em 1859, Charles Darwin publicou The Origin of Species - A Origem das Espécies, mudando a forma como muitas pessoas viam o mundo.

1859

 

Em 1831,  Darwin juntou-se a uma expedição científica de cinco anos. Durante o seu tempo, foi influenciada pela sugestão de Lyell de que os fósseis encontrados nas rochas eram evidências de animais que inham vivido há milhões de anos atrás. A descoberta surgiu quando, atracou nas  Ilhas Galápagos e observou que esta tinha a sua própria variedade de aves.

Apesar de haver uma relação muito próxima com os que já conhecia, estes apresentavam pequenas diferenças que, parecia, uma adaptação em resposta aos seus ambientes individuais.

 

Ao regressar à Inglaterra, Darwin propôs a teoria da evolução que ocorreu pelo processo de seleção natural, em que trabalhou nos 20 anos seguintes. A origem das espécies foi o culminar destes esforços e defendeu que os seres vivos mais adequados ao seu meio ambiente são mais propensos a sobreviver, reproduzir e transmitir as suas características para as gerações futuras. Isto levou uma espécie a mudar gradualmente ao longo do tempo. Embora o seu estudo contenha alguma verdade, muitas áreas, como o vínculo entre a evolução humana e animal, são falsas através de novas descobertas de antepassados.

O livro era extremamente controverso, pois desafiava a visão dominante do período, em que muitas pessoas acreditavam literalmente que Deus criara o mundo em sete dias. Também sugeriu que as pessoas eram animais e que poderiam ter evoluído a partir de macacos, esta parte de seu trabalho mostrou-se imprecisa. 

 

 

1866 - Gregor Mendel descobre os princípios básicos da genética

 

Em 1866, um monge desconhecido foi a primeira pessoa a esclarecer o modo como as características são transmitidas pelas gerações. Hoje, é formalmente aceite

1966

 como o pai da genética. No entanto, ele não teve tal notoriedade durante a sua vida. Com as suas descobertas, em grande parte, passando pela comunidade científica. Na verdade, estava tão à frente do seu tempo que foram necessárias três décadas para que o seu artigo fosse levado a sério.

Entre 1856 e 1863, Mendel realizou experiências em plantas de ervilhas, tentando cruzar linhas "verdadeiras" com combinações específicas. Identificou sete características: altura da planta, forma e cor da vagem, forma e cor da semente e posição e cor da flor.

Descobriu que quando uma planta de ervilha amarela e uma planta de ervilha verde eram criadas, a sua prole (descendência) era sempre amarela. No entanto, na próxima geração de plantas, as ervilhas verdes acabaram por aparecer novamente numa proporção de 3: 1.

Mendel inventou os termos "recessivo" e "dominante" (hoje conhecidos por genes recessivos e dominantes) em relação aos traços, para explicar este fenômeno. Assim, no exemplo anterior, o traço verde era recessivo e o traço amarelo era dominante.

No seu artigo publicado em 1866, Mendel descreveu a ação de fatores "invisíveis" no fornecimento de características visíveis de maneira previsível. Agora sabemos que os traços "invisíveis" que ele identificou eram genes.

 

 

1869 - Friedrich Miescher identifica "nucleína"

1869

Em 1869, o químico fisiológico suíço Friedrich Miescher identificou pela primeira vez o que ele chamou de "nucleína" nos núcleos de células brancas do sangue humano, que hoje conhecemos como ácido desoxirribonucleico (ADN).

O plano original de Miescher tinha sido isolar e caracterizar os componentes dos glóbulos brancos. Para fazer isso, tomou providências para que numa clínica cirúrgica local lhe enviasse ligaduras saturadas de pus, que ele planeava lavar antes de filtrar os glóbulos brancos e extrair as suas várias proteínas.

No entanto, durante o processo, ele encontrou uma substância que apresentava propriedades químicas incomuns ao contrário das proteínas que ele procurava, com um alto teor de fósforo e uma resistência à digestão das proteínas.

Miescher rapidamente percebeu que havia descoberto uma nova substância e sentia a importância das suas descobertas. Apesar disso, foram necessários mais de 50 anos para a comunidade científica em geral aceitar o seu trabalho.

 

> A HISTÓRIA DO ADN - PARTE II [1900 A 2000]

> A HISTÓRIA DO ADN - PARTE III [2000 A 2017]

 

 

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Realizar um teste de paternidade sem a presença do Pai.

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Realizar um teste de paternidade sem a presença do Pai.

 

Existem várias razões pelas quais um suposto pai pode não participar no teste de adn: pode não estar interessado em participar no exame, pode estar indisponível, pode encontrar-se em paradeiro inserto, pode já ter falecido, entre outros. Então, é possível fazer um teste de paternidade de ADN sem a presença do pai?

Sim! Existem outros tipos de testes de ADN que podem responder a uma dúvida sobre a paternidade.

 

Um teste de paternidade de ADN sem o pai requer a participação de um ou mais dos seus parentes biológicos próximos: um ou ambos os pais, irmãos ou outros filhos conhecidos. Ao fazer este tipo de testes de reconstrução familiar, recomendamos sempre que a mãe biológica da criança seja incluída pois o seu ADN oferece robustez aos resultados. Aqui estão algumas opções disponíveis para testes de ADN de averiguação de paternidade.

 

Teste de ADN, paternidade com avós

A melhor opção é usar o ADN de um ou dos dois pais biológicos do suposto pai (os avós da criança) para ajudar a determinar a paternidade. Testar apenas um dos pais é bom, mas testar ambos é o ideal, uma vez que existe a probabilidade de obter resultados mais conclusivos. A probabilidade de conclusão aumenta quando mais ADN podemos testar na relação biológica.

 

TesteADNAvos

 

VEJA TODAS AS INFORMAÇÕES SOBRE OS TESTES DE PATERNIDADE COM AVÓS AQUI >>

 

Teste de ADN, paternidade com Tios

Como os laboratórios da CódigoADN mantém os níveis mais altos de certficação, possuímos a mais ampla gama de marcadores genéticos à disposição para o ajudar a obter conclusões com um grande nível de certeza. Quantos mais marcadores genéticos se utilizar no relatório mais conclusivo será o relatório relativamente ao suposto tio/ tia. Um teste de ADN de tios é uma boa opção quando o suposto pai não está disponível para a realização do teste, uma vez que a tia / tio partilha entre 12,5% a 25% de seu ADN com sua sobrinha / sobrinho.

Nota: Entenda que ao fazer um teste de ADN paternidade tios se encontra a testar três relações biológicas, pelo que se alguma das ligações falhar, o exame será negativo. Veja o exemplo abaixo:

 

TesteADNTios

 

VEJA TODAS AS INFORMAÇÕES SOBRE OS TESTES DE PATERNIDADE COM TIOS AQUI >>

 

Teste de ADN com irmão

O laboratório pode testar o ADN de um filho conhecido do suposto pai para ver se os dois irmãos estão relacionados. Se a criança conhecida não partilhar a mesma mãe biológica que a criança a ser testada, as duas mães devem (ser testadas), contribuir com o ADN para aumentar as hipóteses de obter resultados conclusivos. Um teste de ADN com irmãos pode ser usado para estabelecer a paternidade, mas um teste de avós é mais fiável para este fim!

TesteADNMeiosIrmaos

 

VEJA TODAS AS INFORMAÇÕES SOBRE OS TESTES DE PATERNIDADE COM IRMÃOS AQUI >>

 

Teste de ADN com primo de primeiro grau

Finalmente e em ultimo recurso podemos utilizar um primo em primeiro grau para a realização do teste de paternidade, contudo, iremos sempre testar várias ligações biológicas, no total de 4 (ver exemplo abaixo), pelo que antes de optar pela realização deste teste de ADN, deve sempre ter atenção que o teste sendo negativo, o vinculo biológico pode estar quebrado em qualquer parente que não necessariamente na relação pai filho(a).

TesteADNPrimos

VEJA TODAS AS INFORMAÇÕES SOBRE OS TESTES DE PATERNIDADE COM PRIMOS AQUI >>

 

Pensamentos finais

Se optar por fazer um teste de ADN legal para qualquer uma das opções acima, os resultados são admissíveis pelo tribunal e podem ser usados para casos de segurança social, herança e imigração. Determinar uma relação de paternidade através de uma ou mais opções acima é como juntar os pedaços de um quebra-cabeça genético, e nossos especialistas são os melhores na área da genética para obter os resultados mais conclusivos.

 

Sim, existem várias opções para fazer um teste de paternidade de ADN sem o pai, mas tenha em mente que sempre que possível o melhor é incluí-lo no teste de ADN! As hipóteses de obter resultados conclusivos quando o suposto pai participa é de 100%, e um teste de paternidade direto tem um preço mas acessível!

 

NOTA: Um teste de paternidade realizado em casa quando levantado o kit de recolha de ADN nas nossas instalações não está dimensionado para testes de reconstrução familiar. Se precisa fazer um teste de paternidade de ADN sem o pai, entre em contato connosco por telefone. Um dos nossos especialistas pode ajudar a determinar qual opção será a melhor escolha para responder à sua dúvida sobre a paternidade.

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As 10 perguntas mais frequentes sobre o teste de adn durante a gravidez

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Cada vez mais, os pais pretendem confirmar a paternidade de seu bebé o mais cedo quanto possível. Atualmente já é possível concretizar este desejo, com o nosso teste de paternidade durante a gravidez; em vez de esperar confirmar a paternidade após o nascimento. Os testes de paternidade durante a gravidez não invasivos são seguros para todos os envolvidos (mãe, bebé e suposto pai). Devido aos mais recentes avanços da tecnologia NGS, não é necessário recorrer a processos invasivos que coloquem a segurança do bebé em risco. O teste de paternidade durante a gravidez não invasivo apenas necessita de uma amostra de sangue da mãe.

 

Leia abaixo as 10 perguntas mais frequentes sobre o exame pré-natal não invasivo:

 

1) Posso fazer um teste de paternidade, mesmo estando grávida?

Sim! Não precisa esperar até que seu bebé nasça para determinar o pai.

 

2) Existem testes de paternidade pré-natal disponíveis que não apresentem risco de aborto espontâneo?

Sim! Pode fazer um teste de paternidade pré-natal não invasivo é totalmente seguro, pois apenas é preciso tirar uma amostra de sangue da mãe, como de umas análises clinicas se tratasse.

 

3) Como é que o teste de paternidade pré-natal não invasivo realmente funciona?

Devido aos avanços da ciência no campo do ADN, os laboratórios de última geração que utilizam tecnologia avançada podem isolar o ADN fetal da amostra de sangue da mãe e combinar o perfil do bebé com o possível ADN do pai, que é colhido através de uma amostra de saliva.

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4) Quando posso realizar o teste de Paternidade durante a gravidez?

A partir da Oitava (8) semana efetiva (contagem pela ecografia) ou a partir da 9 semana a contar da data da ultima menstruação.

 

5) Depois de realizar o teste de paternidade pré-natal, quanto tempo demora para obter os resultados?

Assim que o laboratório reuna todas as amostras, os resultados estarão disponíveis entre 5 a 10 dias úteis!

 

6) Posso também descobrir o sexo do bebé como parte do teste de paternidade pré-natal?

Sim, a maioria dos laboratórios é capaz de fornecer o género, contudo acresce ao valor final 200€.

 

7) Por que é importante fazer um teste de paternidade durante a gravidez?

O motivo n. ° 1 que os intervenientes escolhem para fazer o teste é para redução de stress durante a gravidez - paz de espírito. O Stress é um dos fatores de risco quando está grávida. Não saber quem é o pai contribui com Stress desnecessário para a mãe e para o bebé, levando a possíveis complicações. Saber com antecedência tem muitos outros benefícios, incluindo o fortalecimento do vínculo entre pai e filho, fornecendo o historial médico correto para seu bebé e estabelecendo todos os direitos legais.

 

8) Quanto custa realizar um teste de paternidade pré-natal não invasivo?

Os preços variam de 900€ a 1999€. O teste na CódigoADN™ tem um custo de 1599€. Os testes de baixo preço provêm de laboratórios que não têm pesquisa publicada validando sua metodologia. Sem este nível de transparência, não pode ter certeza da exatidão do teste. Frequentemente, estes testes de baixo preço oferecem um teste de paternidade de acompanhamento gratuito após o nascimento do bebé para limitar a responsabilidade do laboratório quando estão errados (Na códigoADN não é necessário contraprova após o nascimento da criança).

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9) Como posso encontrar um laboratório confiável para um teste de paternidade pré-natal?

Acima de tudo fale com as pessoas, conheça e investigue. Faça perguntas pertinentes relativamente aos exames, não falamos de perguntas como o tempo de duração do exame, mas aspetos científicos como tecnologia usada, número de marcadores e limitações genéticas do exame. Se o laboratório é credenciado os colaboradores tem conhecimento de toda esta informação para o poder ajudar no apoio ao cliente.

 

10) Devo confiar em comentários dos clientes sobre testes de paternidade pré-natal que eu li on-line?

Sim e não. Por vezes os comentários são escritos por equipas de marketing, pelo que o melhor é mesmo consultar as redes socias. Por exemplo o Facebook, como deve compreender, qualquer anomalia nos serviços é logo relatada pelo publico em geral, verifique se a página é dinamizada regularmente e os feedbacks por parte dos seus seguidores.

 

SAIBA MAIS SOBRE COMO UM TESTE DE PATERNIDADE PRENATAL >

 

Pensamentos finais

Com o avanço da tecnologia, já não é necessário esperar até que o bebé nasça para obter as respostas que precisa. Os testes de paternidade pré-natal de hoje tornam o que antes parecia impossível, possível.

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Manipulação dos resultados do teste de paternidade

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Como a CódigoADN™ é um laboratório de testes de paternidade com bastante relevo a nível nacional, lidamos diariamente com um grande número de perguntas dos nossos clientes todas as semanas por telefone, e-mail e redes sociais. Uma das questões colocadas, sob diversas formas, é um teste de paternidade fraudulento, adulterado ou alterado propositadamente, normalmente existe uma preocupação maior quando surge um artigo na comunicação social sobre o assunto. Aqui estão as três principais questões que nos pedem para responder.

 

1. Teste de Paternidade Fraudulento: Se a mãe enviar seu próprio ADN e escrever na amostra que pertence ao pai? Isto afeta os resultados?

RESPOSTA: Não.

 

Por vezes somos confrontados com a tentativa de manipulação resultados com a esperança de se obter um resultado "positivo" no teste de paternidade, uma mãe pode tentar enviar seu próprio ADN e etiqueta-lo como sendo do Alegado Pai. Se este tipo de manipulação for tentada, rapidamente é detetado em laboratório e os resultados não são emitidos. Para todos os exames de paternidade, o nosso laboratório inclui o gene da amelogenina, a fim de verificar o gêner(sexo) de todos os participantes, incluindo o suposto pai, criança e a mãe (se ela também optar por participar no teste de paternidade). Além disso, se a mãe participa, mas também envia suas próprias amostras fazendo-se passar pelo alegado pai, os dois perfis de ADN eram exatamente iguais. Os perfis de ADN para duas pessoas diferentes nunca podem ser iguais, a menos que sejam gêmeos univitelinos (“verdadeiros”), neste caso o laboratório suspenderia imediatamente o teste e solicitava novas amostras.

 

SAIBA MAIS SOBRE COMO ENTENDER OS RESULTADOS DO TESTE DE PATERNIDADE>

 

2. Manipulação dos resultados do teste de paternidade: E se o suposto pai alterar as amostras por outra pessoa? Isto afeta os resultados?

RESPOSTA: Sim.

 

Ao fazer um teste em casa, um possível pai pode adulterar os resultaos de paternidade colhendo o ADN de outra pessoa e submetendo o ADN desse homem como se fosse o seu. Isto pode afetar definitivamente os resultados, uma vez que a integridade das amostras foi comprometida. Se o alegado pai não é realmente o pai biológico da criança que está a ser testado, o relatório, mostrará uma probabilidade de paternidade de 0%. Tenha em mente que uma mãe também pode alterar a amostra da criança, e isso também é fraude, para que o exame seja negativo, ou até mesmo positivo se fizer a colheita de adn numa criança que tenha a certeza que é o filho biológico.

 

É por isso que a CódigoADN™ coloca os nomes dos participantes nos testes em casa contudo entenda que estes não são admissíveis pelo tribunal – porque as identidades dos participantes (e, portanto, a identidade do ADN) não podem ser absolutamente verificadas, esta informação segue em nota de rodapé no laboratório.

 

O que se pode fazer para evitar este tipo de fraude, adulteração de resultados: duas recomendações.

 

Se não pode confiar em um dos participantes ou suspeita que possa existir uma tentativa de manipulação dos resultados, insista em estar no mesmo local para observar a colheita de ADN, verifique que as zaragatoas foram inseridas no envelope correto e o envelope selado. Após este procedimento a entrega das amostras deve ser feita por uma pessoa idónea. Ser testemunhas uns dos outros pode mitigar a possibilidade de fraude e dar a todos uma maior paz de espírito.

Se se encontram em cidades diferentes o melhor é dirigir-se às nossas clinicas para que possa fazer a colheita do ADN por uma terceira pessoa idónea e formada na área de saúde.

 

 

3. Manipulação dos testes de paternidade: Alguém pode alterar o seu ADN comendo ou bebendo antes de efetuar a colheita de ADN?

RESPOSTA: Não.

 

Uma pessoa pode comer ou beber antes da colheita de ADN, contudo esta atitude não afeta os resultados. As instruções do kit recomendam não comer, beber ou fumar durante uma hora antes de efetuar a colheita de ADN. Não é porque o ADN poderia "mudar" se colocar algo na boca, mas sim porque a qualidade da amostra pode ser afetada. O ADN não pode ser alterado comendo ou bebendo, mas uma zaragatoa contaminada, por exemplo, com fórmula de bebé ou resíduo de comida pode ser muito difícil de extrair o ADN. Se isso acontecer, o teste é suspenso e nenhum relatório é emitido até que o cliente possa enviar novas amostras. É um inconveniente para o cliente, uma vez que requer tempo extra para apresentar os resultados, mas não afeta os resultados finais.

 

Pensamentos finais sobre a adulteração do relatório do exame de paternidade

Desde 1998, os laboratórios da CódigoADN™ fornecem serviços do teste de paternidade confiáveis e precisos, tanto para os clientes que pretendem testes de paternidade informativos como para as pessoas que precisam de respostas para o tribunal – processos jurídicos. Executamos cada teste duas vezes, garantindo 100% de fiabilidade em cada exame. Fazemos tudo o que pudemos para acabar com a tentativa de manipulação dos resultados do teste de paternidade, e encorajamos os clientes a fazerem também as suas diligências.

 

Pretende saber mais informações sobre o teste de paternidade basta clicar (AQUI)!

 

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5 Mitos sobre o teste de paternidade durante a gravidez.

Ler contributo inteiro: 5 Mitos sobre o teste de paternidade durante a gravidez.

 

 

Por vezes, quando existe uma gravidez não planeada, muitos pais têm dúvidas sobre a paternidade e não querem esperar até que o bebé nasça, para fazer os testes de paternidade e verem as suas dúvidas clarificadas. Há muitas razões pelas quais é imperativo fazer o teste de paternidade pré-natal, e o processo é realmente bastante simples, do começo ao fim. Embora o teste de ADN pós-natal (após o bebé nascer), se tenham tornado comuns e realizados a toda a hora, quer seja em clinicas quer seja em casa, ainda existem alguns mitos sobre os testes de paternidade pré-natal, também conhecidos como os testes de adn na gravidez.

 

5 mitos mais comuns sobre estes testes de adn durante a gravidez

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MITO # 1: Coloca a mãe e / ou o feto em risco

Antes da existência do teste de paternidade ADN pré-natal não invasivo, era verdade que algumas escolhas para a realização deste teste colocavam o bebé em risco. A colheita do ADN através da amniocentese, por exemplo, é invasiva e representa risco de aborto espontâneo, sangramento ou outras interferências com o seu bebé. A maioria dos médicos recusa-se a realizar estes procedimentos para uma resposta simples como a paternidade, devido a poderem perder o bebé, estes testes só podem ser feitos a partir da 14 semana e são testes extremamente caros.

 

Um teste de paternidade pré-natal não invasivo (o único realizado n CódigoADN) não apresenta nenhum risco para a mãe ou para o nascituro, pois apenas fazemos a colheita de sangue no braço da mãe. Tem dúvidas sobre como se obtém o ADN da criança através do sangue da mãe? entre em contacto com os nossos especialistas para mais informações.

 

MITO # 2: O exame não é fiável e precisa de ser realizada contra-prova após o bebé nascer

O teste realizado na CódigoADN examina 2,688 marcadores SNP (Single Nucleotide Polymorphisms) no ADN, para adquirir os dados utilizados, para posteriormente, calcular se o homem que está a ser testado é o pai biológico do feto. Se um homem for o pai biológico, então a probabilidade do cálculo estatístico de aferição de paternidade é superior a 99%. A tecnologia tornou-se tão precisa que os resultados dos testes de paternidade pré-natal de um laboratório credenciado como a CódigoADN são aceites em tribunais internacionais como nos E.U.A. e Inglaterra.

 

Devido à precisão dos exames não é necessário realizar contra-prova após o nascimento do bebé.

 

MITO # 3: Tenho de estar com a gravidez avançada para a realização do exame.

O ADN fetal começa a estar presente na corrente sanguínea da mãe logo após a primeira semana de fecundação. Uma mãe, normalmente, costumava ter que esperar até a 14ª semana de gravidez para realizar o exame, de forma a existir bastante ADN fetal na corrente sanguínea, com o avançar da tecnologia, a cada dia que passa conseguimos detetar o perfil de adn completo do bebé com menos tempo de gestação. Atualmente, conseguimos detetar o ADN fetal a partir da 8ª semana de gravidez.

 

MITO # 4: Todos os laboratórios que fazem o teste de paternidade pré-natal não invasivo têm a mesma fiabilidade.

Isto não é verdade! Embora existam muitos laboratórios a realizar o exame a baixo custo que afirmam fornecer resultados precisos, na realidade quando verificamos a parte técnica e cientifica do exame não existe validação de qualquer organismo. O teste da CódigoADN é o único exame no mercado que foi validado cientificamente e publicado.

Os processos de análise e o teste da CódigoADN definem o padrão de máxima qualidade na indústria para testes de paternidade pré-natal.

 

MITO # 5: O teste é demasiado caro!

Quando se trata de testes de paternidade pré-natal, realmente obtém o que paga. Existem testes relativamente "baratos" no mercado, mas são realizados por laboratórios que não estão totalmente credenciados ou que incluem um teste de adn pós-natal "de seguimento" para confirmar os resultados do pré-natal (lembre-se o nosso exame não precisa de contra-provas). O teste pré-natal custa mais do que um teste pós-natal devido à análise mais extensa necessária para obter resultados conclusivos.

>> Clique aqui para saber o preço do teste de pateridade pré-natal não invasivo.

 

Pensamentos finais sobre um teste de paternidade pré-natal

Agora que os mitos mais comuns foram desmascarados, esperamos que tenha as ferramentas certas para escolher o melhor laboratório! Certifique-se que ao escolher um laboratório de teste de paternidade respeitado com anos de experiência e a melhor reputação na indústria. Entendemos que é um momento difícil e de muito stress, ligue com a nossa equipa de especialistas, estamos preparados para o poder ajudar. A verdade e a segurança não têm preço.

 

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averiguação oficiosa de paternidade não existe qualquer prazo para a propositura

Redigido e Publicado por Célia Protásio Advogados

Nota: O Artigo foi partilhado (transcrito) do local original de publicação

 

Existem diferenças entre a acção de investigação da paternidade e averiguação oficiosa da paternidade

Acerca da averiguação oficiosa da paternidade fica aqui um Acórdão da Relação de Évora de 29.04.2004:

 

I - A averiguação oficiosa de paternidade constitui processo tutelar (artº 146º al. m) do D.L. 314/78 de 27/10), de natureza administrativa, cuja tramitação se encontra prevista nos artºs 202º a 205º do mesmo diploma e destina-se unicamente a habilitar a formação de um juízo de viabilidade da acção de investigação a propor.

 

II - A “acção” a que alude o artº 1866º do C.C. reporta-se à acção oficiosa de investigação de paternidade referida nos nºs 4. e 5 do artº 1865º do C.C. e não à averiguação oficiosa de paternidade que a precede.

 

Resulta do artº 1864º do C. Civil que a averiguação oficiosa de paternidade tem lugar sempre que seja lavrado assento de nascimento de menor sem menção da respectiva paternidade, a qual se processa com base na certidão de nascimento que para o efeito a Conservatória do Registo Civil remeterá ao tribunal.

 

A averiguação oficiosa de paternidade constitui processo tutelar que se encontra previsto na al. m) do artº 146º da OTM.

A instrução do processo incumbe ao curador que pode usar de qualquer meio de prova legalmente admitido e recorrer ao inquérito, finda a qual emitirá parecer sobre a viabilidade da acção de investigação de maternidade ou paternidade ou de impugnação desta - artºs 202º nº 1 e 204º do D.L. 314/78 de 27/10.

E nos termos do artº 205º nº 1 do mesmo diploma O juiz proferirá despacho final mandando arquivar o processo ou ordenando a sua remessa ao Magistrado do Ministério Público junto do tribunal competente, a fim de ser proposta a acção de investigação ou de impugnação.

Trata-se, pois, de um procedimento tutelar prévio, de natureza administrativa que tem como único objectivo habilitar a formação de um juízo de viabilidade da acção de investigação a propor e não de uma “acção” como pretende o Exmº Juiz recorrido.

É o que também resulta do disposto no nº 4 do artº 1865º do C. Civil que prescreve “Se o pretenso pai negar ou se recusar a confirmar a paternidade o tribunal procederá às diligências necessárias para averiguar a viabilidade da acção de investigação de paternidade”, e do seu nº 5 que dispõe que “Se o tribunal concluir pela existência de provas seguras da paternidade ordenará a remessa do processo ao agente do Ministério Público junto do tribunal competente, a fim de ser intentada a acção de investigação”

Não se trata, pois, de uma “acção”, mas de um processo de natureza administrativa cujos elementos não constituem sequer princípio de prova na acção proposta com base nele.

Assim sendo, afigura-se-nos óbvio que quando o artº 1866º do C.C. dispõe na sua al. b) que “A acção a que se refere o artigo anterior não pode ser intentada se tiverem decorrido dois anos sobre a data do nascimento” está a reportar-se à acção de investigação de paternidade a que aludem os nºs 4 e 5 do artº 1865º.

E não se deve confundir a acção de investigação de paternidade prevista neste artigo, a acção especial, dita oficiosa, com a acção comum a que se referem os artºs 1869º, 1817º e 1819º do C.C. que o Mº P.º tem legitimidade para propor em representação do menor e à qual não se aplica o prazo de caducidade referido no artº 1866º al. b) mas sim o do artº 1817º ex vi do artº 1873º do C.C..

Como se refere no Acórdão desta Relação de 30/01/2003 “ a exigência de que tal acção especial seja proposta em dois anos a contar do nascimento do menor, tem a ver com razões de celeridade e decorrentes do interesse público na correcção do referido registo e não apenas com o interesse do menor investigante. No caso da acção dita comum o MºPº já não actua no cumprimento de um dever legal especificamente previsto mas de um dever genérico de representação de menores e incapazes.

Tal dever especificamente previsto - artº 1865º nº 5 do C.C. - existe apenas durante os dois anos do vida do menor - al. b) do artº 1866º do C.C.” - C.J. T. I, pag. 240.

In casu, face ao decurso do prazo de dois anos sobre a data de nascimento da menor tornou-se inútil o prosseguimento do processo de averiguação oficiosa de paternidade uma vez que não é já possível a propositura da acção de investigação a que se refere o artº 1865º nº 5 do C.C.."

 

Assim, a averiguação oficiosa deve ser proposta em dois anos a contar do nascimento do menor [importante reter que intentada é diferente de concluída].

 

A mãe do menor pode intervir como assistente na acção de averiguação oficiosa da paternidade, ou seja, tem sempre uma palavra a dizer acerca dos trâmites do processo e pode ser representada por advogado.

 

A acção de investigação da paternidade é regulada nos artigos 1869.º e seguintes do Código Civil:

 

ARTIGO 1869.º

Investigação da paternidade

A paternidade pode ser reconhecida em acção especialmente intentada pelo filho se a maternidade já se achar estabelecida ou for pedido conjuntamente o reconhecimento de uma e outra.

 

ARTIGO 1870.º

Legitimidade da mãe menor

A mãe menor tem legitimidade para intentar a acção em representação do filho sem necessidade de autorização dos pais, mas é sempre representada na causa por curador especial nomeado pelo tribunal.

 

ARTIGO 1871.º

Presunção

1. A paternidade presume-se:

a) Quando o filho houver sido reputado e tratado como tal pelo pretenso pai e reputado como filho também pelo público;

b) Quando exista carta ou outro escrito no qual o pretenso pai declare inequivocamente a sua paternidade;

c) Quando, durante o período legal da concepção, tenha existido comunhão duradoura de vida em condições análogas às dos cônjuges ou concubinato duradouro entre a mãe e o pretenso pai;

d) Quando o pretenso pai tenha seduzido a mãe, no período legal da concepção, se esta era virgem e menor no momento em que foi seduzida, ou se o consentimento dela foi obtido por meio de promessa de casamento, abuso de confiança ou abuso de autoridade.

e) Quando se prove que o pretenso pai teve relações sexuais com a mãe durante o período legal de concepção.

2. A presunção considera-se ilidida quando existam dúvidas sérias sobre a paternidade do investigado.

 

ARTIGO 1873.º

Remissão

É aplicável à acção de investigação de paternidade, com as necessárias adaptações, o disposto nos artigos 1817.º a 1819.º e 1821.º.

 

Anteriormente, a acção de investigação da paternidade, por força da remissão do artigo 1873.º, estava sujeita a um prazo. Isto é, a acção de investigação da paternidade só podia ser proposta durante a menoridade do investigante ou nos dois primeiros anos posteriores à sua maioridade ou emancipação.

 

No entanto, actualmente não existe qualquer prazo para a propositura deste tipo de acção, uma vez que o Tribunal Constitucional veio declarar este artigo inconstitucional, [Acórdão do Tribunal Constitucional 23/2006, in www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20060023.html]

 

Os principais fundamentos da inconstitucionalidade assentam no direito ao conhecimento da ascendência biológica.

 

Aqui fica também a transcrição do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 17.04.2008:

I) - O direito ao conhecimento da ascendência biológica, deve ser considerado um direito de personalidade e, como tal, possível de ser exercido em vida do pretenso progenitor e continuado se durante a acção morrer, correndo a acção contra os seus herdeiros, por se tratar de um direito personalíssimo, imprescritível, do filho investigante.

II) – Esse direito a conhecer a paternidade, valor social e moral da maior relevância, que se inscreve no direito de personalidade é um direito inviolável e imprescritível.

III) – Em nome da verdade, da justiça e de valores que merecem diferente tutela, deve prevalecer o direito à identidade pessoal sobre a “paz social” daquele a quem o mero decurso do tempo poderia assegurar impunidade, em detrimento de interesses dignos da maior protecção, como seja o de um filho poder investigar a sua paternidade, sobretudo, se visa, genuinamente, uma actuação que o Direito não censura, pelo modo como é exercida – art. 334º do Código Civil.

IV) – O Acórdão do Tribunal Constitucional de 10.1.2006, publicado no D.R. de 8.2.2006, I série, págs. 1026 a 1034, decidiu sobre a inconstitucionalidade com força obrigatória geral do prazo de caducidade do nº1 do art. 1817º do Código Civil, aplicável por força do art. 1873º e, porque tal declaração implica a remoção da norma do ordenamento jurídico, não pode ela ser aplicada pelos Tribunais – art. 204º da Constituição da República.

V) Tal declaração de inconstitucionalidade não impõe que o julgador aja com recurso ao art.10º, nº3, do Código Civil, tendo que criar norma consonante com o espírito do sistema, porquanto não estamos perante lacuna da lei.

VI) – A referida declaração de inconstitucionalidade implica que não existe, actualmente, prazo de caducidade para a investigação de paternidade, não sendo aplicável o prazo de prescrição ordinária.

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Interpretando os resultados do teste de paternidade

Ler contributo inteiro: Interpretando os resultados do teste de paternidade

Quando solicita os serviços da CódigoADN e realiza o seu exame de paternidade, irá receber um relatório detalhado quanto aos seus resultados. O conteúdo e a redação dos relatórios utilizado nos resultados dos exames de paternidade é tanto científico como legal, e por isso às vezes pode ser complicado entender todos os parâmetros existentes nos relatórios. Este artigo visa dividir o relatório do teste de paternidade em termos mais simples de forma a que o seu entendimento seja imediato e simples.

NOTA: Este artigo refere-se apenas ao relatório de resultados do teste de paternidade pós-natal. Para obter ajuda para a compreensão de um relatório de um teste de paternidade pré-natal não invasivo, entre em contato com nossos especialistas em testes pré-natais pelo 220 417 190 (Seg. a Sex., 9:00 a 20:00).

 

Compreendendo um teste de paternidade dos laboratórios da CódigoADN.

O relatório de resultados do teste de paternidade pode ser dividido nas seguintes seções principais.

 

  1. Tabela do sistema genético (gráfico Locus / tamanho dos alelos)
  2. Índice combinado de paternidade (não abordado neste artigo)
  3. Probabilidade de paternidade (não abordado neste artigo)
  4. Conclusões do teste

 

 

Resultados do Teste de Paternidade: Tabela do Sistema Genético

O laboratório da CódigoADN testa no mínimo 18 marcadores genéticos e o locus de Amelogenina, que mostra o sexo de cada participante. Os dados dos sistemas genéticos da criança, do suposto pai e da mãe (opcional e gratuito) ficam registados no seu relatório no formato de uma tabela. Todos os marcadores genéticos testados são apresentados na tabela, incluindo marcadores genéticos adicionais que o laboratório utilize de forma a garantir resultados precisos.

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A criança recebe um alelo em cada marcador genético da sua mãe e um alelo do seu pai biológico. Se em algum marcador genético não existir um alelo do pai, então esse alegado pai pode não ser o pai biológico. Usando estatísticas, o Índice de Paternidade (listado como PI na tabela) indica a força com que cada alelo tem entre indivíduos num ponto em particular (marcador genético).

 

Uma questão frequente que surge nos nossos clientes é a probabilidade de relacionamento apresentar o valor absoluto de 100%. (probabilidade de paternidade)

Na realidade independentemente do laboratório, nunca vai obter o resultado de 100%, contudo isto não significa que o resultado não seja 100% fiável, por outras palavras, os resultados do teste de ADN são todos baseados em estatísticas.

Para se obter uma probabilidade de 100%, teríamos que testar todos os homens do mundo com uma base étnica semelhante ao suposto pai que está a ser testado, e por razões óbvias, isto não é possível, então é utilizado uma amostragem da etnia da pessoa para chegar ao resultado final.

 

Resultados do teste de paternidade: conclusões do teste

As conclusões do teste estão localizadas na seção Interpretação, abaixo dos dados estatísticos do Índice de paternidade combinado e Probabilidade de Paternidade.

O relatório mostra uma das duas conclusões: "não é excluído como o pai biológico" ou "é excluído como o pai biológico".

 

Se a conclusão encontra que o alegado pai "não é excluído como o pai biológico", esta frase significa que o pai é o pai biológico da criança, uma vez que todos os dados recolhidos a partir do teste suportam uma relação de paternidade.

 

Se pelo contrário conseguir ler que o suposto pai, "é excluído como o pai biológico", esta frase significa que o suposto pai NÃO É o pai biológico da criança, uma vez que todos os dados do teste não suportam uma relação de paternidade.

 

Se ainda tiver dúvidas sobre os seus resultados ou precisar de ajuda adicional para interpretar o relatório, sinta-se à vontade para nos ligar para o  220 417 190 (seg. a sex.). 

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