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Recursos, Noticias, legislação e curiosidade sobre teste de adn e paternidade. Avanços na genética e nos testes de adn disponibilizados ao consumidor final. 

teste de paternidade


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5 Mitos sobre o teste de paternidade durante a gravidez.

Ler contributo inteiro: 5 Mitos sobre o teste de paternidade durante a gravidez.

 

 

Por vezes, quando existe uma gravidez não planeada, muitos pais têm dúvidas sobre a paternidade e não querem esperar até que o bebé nasça, para fazer os testes de paternidade e verem as suas dúvidas clarificadas. Há muitas razões pelas quais é imperativo fazer o teste de paternidade pré-natal, e o processo é realmente bastante simples, do começo ao fim. Embora o teste de ADN pós-natal (após o bebé nascer), se tenham tornado comuns e realizados a toda a hora, quer seja em clinicas quer seja em casa, ainda existem alguns mitos sobre os testes de paternidade pré-natal, também conhecidos como os testes de adn na gravidez.

 

5 mitos mais comuns sobre estes testes de adn durante a gravidez

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MITO # 1: Coloca a mãe e / ou o feto em risco

Antes da existência do teste de paternidade ADN pré-natal não invasivo, era verdade que algumas escolhas para a realização deste teste colocavam o bebé em risco. A colheita do ADN através da amniocentese, por exemplo, é invasiva e representa risco de aborto espontâneo, sangramento ou outras interferências com o seu bebé. A maioria dos médicos recusa-se a realizar estes procedimentos para uma resposta simples como a paternidade, devido a poderem perder o bebé, estes testes só podem ser feitos a partir da 14 semana e são testes extremamente caros.

 

Um teste de paternidade pré-natal não invasivo (o único realizado n CódigoADN) não apresenta nenhum risco para a mãe ou para o nascituro, pois apenas fazemos a colheita de sangue no braço da mãe. Tem dúvidas sobre como se obtém o ADN da criança através do sangue da mãe? entre em contacto com os nossos especialistas para mais informações.

 

MITO # 2: O exame não é fiável e precisa de ser realizada contra-prova após o bebé nascer

O teste realizado na CódigoADN examina 2,688 marcadores SNP (Single Nucleotide Polymorphisms) no ADN, para adquirir os dados utilizados, para posteriormente, calcular se o homem que está a ser testado é o pai biológico do feto. Se um homem for o pai biológico, então a probabilidade do cálculo estatístico de aferição de paternidade é superior a 99%. A tecnologia tornou-se tão precisa que os resultados dos testes de paternidade pré-natal de um laboratório credenciado como a CódigoADN são aceites em tribunais internacionais como nos E.U.A. e Inglaterra.

 

Devido à precisão dos exames não é necessário realizar contra-prova após o nascimento do bebé.

 

MITO # 3: Tenho de estar com a gravidez avançada para a realização do exame.

O ADN fetal começa a estar presente na corrente sanguínea da mãe logo após a primeira semana de fecundação. Uma mãe, normalmente, costumava ter que esperar até a 14ª semana de gravidez para realizar o exame, de forma a existir bastante ADN fetal na corrente sanguínea, com o avançar da tecnologia, a cada dia que passa conseguimos detetar o perfil de adn completo do bebé com menos tempo de gestação. Atualmente, conseguimos detetar o ADN fetal a partir da 8ª semana de gravidez.

 

MITO # 4: Todos os laboratórios que fazem o teste de paternidade pré-natal não invasivo têm a mesma fiabilidade.

Isto não é verdade! Embora existam muitos laboratórios a realizar o exame a baixo custo que afirmam fornecer resultados precisos, na realidade quando verificamos a parte técnica e cientifica do exame não existe validação de qualquer organismo. O teste da CódigoADN é o único exame no mercado que foi validado cientificamente e publicado.

Os processos de análise e o teste da CódigoADN definem o padrão de máxima qualidade na indústria para testes de paternidade pré-natal.

 

MITO # 5: O teste é demasiado caro!

Quando se trata de testes de paternidade pré-natal, realmente obtém o que paga. Existem testes relativamente "baratos" no mercado, mas são realizados por laboratórios que não estão totalmente credenciados ou que incluem um teste de adn pós-natal "de seguimento" para confirmar os resultados do pré-natal (lembre-se o nosso exame não precisa de contra-provas). O teste pré-natal custa mais do que um teste pós-natal devido à análise mais extensa necessária para obter resultados conclusivos.

>> Clique aqui para saber o preço do teste de pateridade pré-natal não invasivo.

 

Pensamentos finais sobre um teste de paternidade pré-natal

Agora que os mitos mais comuns foram desmascarados, esperamos que tenha as ferramentas certas para escolher o melhor laboratório! Certifique-se que ao escolher um laboratório de teste de paternidade respeitado com anos de experiência e a melhor reputação na indústria. Entendemos que é um momento difícil e de muito stress, ligue com a nossa equipa de especialistas, estamos preparados para o poder ajudar. A verdade e a segurança não têm preço.

 

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averiguação oficiosa de paternidade não existe qualquer prazo para a propositura

Redigido e Publicado por Célia Protásio Advogados

Nota: O Artigo foi partilhado (transcrito) do local original de publicação

 

Existem diferenças entre a acção de investigação da paternidade e averiguação oficiosa da paternidade

Acerca da averiguação oficiosa da paternidade fica aqui um Acórdão da Relação de Évora de 29.04.2004:

 

I - A averiguação oficiosa de paternidade constitui processo tutelar (artº 146º al. m) do D.L. 314/78 de 27/10), de natureza administrativa, cuja tramitação se encontra prevista nos artºs 202º a 205º do mesmo diploma e destina-se unicamente a habilitar a formação de um juízo de viabilidade da acção de investigação a propor.

 

II - A “acção” a que alude o artº 1866º do C.C. reporta-se à acção oficiosa de investigação de paternidade referida nos nºs 4. e 5 do artº 1865º do C.C. e não à averiguação oficiosa de paternidade que a precede.

 

Resulta do artº 1864º do C. Civil que a averiguação oficiosa de paternidade tem lugar sempre que seja lavrado assento de nascimento de menor sem menção da respectiva paternidade, a qual se processa com base na certidão de nascimento que para o efeito a Conservatória do Registo Civil remeterá ao tribunal.

 

A averiguação oficiosa de paternidade constitui processo tutelar que se encontra previsto na al. m) do artº 146º da OTM.

A instrução do processo incumbe ao curador que pode usar de qualquer meio de prova legalmente admitido e recorrer ao inquérito, finda a qual emitirá parecer sobre a viabilidade da acção de investigação de maternidade ou paternidade ou de impugnação desta - artºs 202º nº 1 e 204º do D.L. 314/78 de 27/10.

E nos termos do artº 205º nº 1 do mesmo diploma O juiz proferirá despacho final mandando arquivar o processo ou ordenando a sua remessa ao Magistrado do Ministério Público junto do tribunal competente, a fim de ser proposta a acção de investigação ou de impugnação.

Trata-se, pois, de um procedimento tutelar prévio, de natureza administrativa que tem como único objectivo habilitar a formação de um juízo de viabilidade da acção de investigação a propor e não de uma “acção” como pretende o Exmº Juiz recorrido.

É o que também resulta do disposto no nº 4 do artº 1865º do C. Civil que prescreve “Se o pretenso pai negar ou se recusar a confirmar a paternidade o tribunal procederá às diligências necessárias para averiguar a viabilidade da acção de investigação de paternidade”, e do seu nº 5 que dispõe que “Se o tribunal concluir pela existência de provas seguras da paternidade ordenará a remessa do processo ao agente do Ministério Público junto do tribunal competente, a fim de ser intentada a acção de investigação”

Não se trata, pois, de uma “acção”, mas de um processo de natureza administrativa cujos elementos não constituem sequer princípio de prova na acção proposta com base nele.

Assim sendo, afigura-se-nos óbvio que quando o artº 1866º do C.C. dispõe na sua al. b) que “A acção a que se refere o artigo anterior não pode ser intentada se tiverem decorrido dois anos sobre a data do nascimento” está a reportar-se à acção de investigação de paternidade a que aludem os nºs 4 e 5 do artº 1865º.

E não se deve confundir a acção de investigação de paternidade prevista neste artigo, a acção especial, dita oficiosa, com a acção comum a que se referem os artºs 1869º, 1817º e 1819º do C.C. que o Mº P.º tem legitimidade para propor em representação do menor e à qual não se aplica o prazo de caducidade referido no artº 1866º al. b) mas sim o do artº 1817º ex vi do artº 1873º do C.C..

Como se refere no Acórdão desta Relação de 30/01/2003 “ a exigência de que tal acção especial seja proposta em dois anos a contar do nascimento do menor, tem a ver com razões de celeridade e decorrentes do interesse público na correcção do referido registo e não apenas com o interesse do menor investigante. No caso da acção dita comum o MºPº já não actua no cumprimento de um dever legal especificamente previsto mas de um dever genérico de representação de menores e incapazes.

Tal dever especificamente previsto - artº 1865º nº 5 do C.C. - existe apenas durante os dois anos do vida do menor - al. b) do artº 1866º do C.C.” - C.J. T. I, pag. 240.

In casu, face ao decurso do prazo de dois anos sobre a data de nascimento da menor tornou-se inútil o prosseguimento do processo de averiguação oficiosa de paternidade uma vez que não é já possível a propositura da acção de investigação a que se refere o artº 1865º nº 5 do C.C.."

 

Assim, a averiguação oficiosa deve ser proposta em dois anos a contar do nascimento do menor [importante reter que intentada é diferente de concluída].

 

A mãe do menor pode intervir como assistente na acção de averiguação oficiosa da paternidade, ou seja, tem sempre uma palavra a dizer acerca dos trâmites do processo e pode ser representada por advogado.

 

A acção de investigação da paternidade é regulada nos artigos 1869.º e seguintes do Código Civil:

 

ARTIGO 1869.º

Investigação da paternidade

A paternidade pode ser reconhecida em acção especialmente intentada pelo filho se a maternidade já se achar estabelecida ou for pedido conjuntamente o reconhecimento de uma e outra.

 

ARTIGO 1870.º

Legitimidade da mãe menor

A mãe menor tem legitimidade para intentar a acção em representação do filho sem necessidade de autorização dos pais, mas é sempre representada na causa por curador especial nomeado pelo tribunal.

 

ARTIGO 1871.º

Presunção

1. A paternidade presume-se:

a) Quando o filho houver sido reputado e tratado como tal pelo pretenso pai e reputado como filho também pelo público;

b) Quando exista carta ou outro escrito no qual o pretenso pai declare inequivocamente a sua paternidade;

c) Quando, durante o período legal da concepção, tenha existido comunhão duradoura de vida em condições análogas às dos cônjuges ou concubinato duradouro entre a mãe e o pretenso pai;

d) Quando o pretenso pai tenha seduzido a mãe, no período legal da concepção, se esta era virgem e menor no momento em que foi seduzida, ou se o consentimento dela foi obtido por meio de promessa de casamento, abuso de confiança ou abuso de autoridade.

e) Quando se prove que o pretenso pai teve relações sexuais com a mãe durante o período legal de concepção.

2. A presunção considera-se ilidida quando existam dúvidas sérias sobre a paternidade do investigado.

 

ARTIGO 1873.º

Remissão

É aplicável à acção de investigação de paternidade, com as necessárias adaptações, o disposto nos artigos 1817.º a 1819.º e 1821.º.

 

Anteriormente, a acção de investigação da paternidade, por força da remissão do artigo 1873.º, estava sujeita a um prazo. Isto é, a acção de investigação da paternidade só podia ser proposta durante a menoridade do investigante ou nos dois primeiros anos posteriores à sua maioridade ou emancipação.

 

No entanto, actualmente não existe qualquer prazo para a propositura deste tipo de acção, uma vez que o Tribunal Constitucional veio declarar este artigo inconstitucional, [Acórdão do Tribunal Constitucional 23/2006, in www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20060023.html]

 

Os principais fundamentos da inconstitucionalidade assentam no direito ao conhecimento da ascendência biológica.

 

Aqui fica também a transcrição do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 17.04.2008:

I) - O direito ao conhecimento da ascendência biológica, deve ser considerado um direito de personalidade e, como tal, possível de ser exercido em vida do pretenso progenitor e continuado se durante a acção morrer, correndo a acção contra os seus herdeiros, por se tratar de um direito personalíssimo, imprescritível, do filho investigante.

II) – Esse direito a conhecer a paternidade, valor social e moral da maior relevância, que se inscreve no direito de personalidade é um direito inviolável e imprescritível.

III) – Em nome da verdade, da justiça e de valores que merecem diferente tutela, deve prevalecer o direito à identidade pessoal sobre a “paz social” daquele a quem o mero decurso do tempo poderia assegurar impunidade, em detrimento de interesses dignos da maior protecção, como seja o de um filho poder investigar a sua paternidade, sobretudo, se visa, genuinamente, uma actuação que o Direito não censura, pelo modo como é exercida – art. 334º do Código Civil.

IV) – O Acórdão do Tribunal Constitucional de 10.1.2006, publicado no D.R. de 8.2.2006, I série, págs. 1026 a 1034, decidiu sobre a inconstitucionalidade com força obrigatória geral do prazo de caducidade do nº1 do art. 1817º do Código Civil, aplicável por força do art. 1873º e, porque tal declaração implica a remoção da norma do ordenamento jurídico, não pode ela ser aplicada pelos Tribunais – art. 204º da Constituição da República.

V) Tal declaração de inconstitucionalidade não impõe que o julgador aja com recurso ao art.10º, nº3, do Código Civil, tendo que criar norma consonante com o espírito do sistema, porquanto não estamos perante lacuna da lei.

VI) – A referida declaração de inconstitucionalidade implica que não existe, actualmente, prazo de caducidade para a investigação de paternidade, não sendo aplicável o prazo de prescrição ordinária.

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Interpretando os resultados do teste de paternidade

Ler contributo inteiro: Interpretando os resultados do teste de paternidade

Quando solicita os serviços da CódigoADN e realiza o seu exame de paternidade, irá receber um relatório detalhado quanto aos seus resultados. O conteúdo e a redação dos relatórios utilizado nos resultados dos exames de paternidade é tanto científico como legal, e por isso às vezes pode ser complicado entender todos os parâmetros existentes nos relatórios. Este artigo visa dividir o relatório do teste de paternidade em termos mais simples de forma a que o seu entendimento seja imediato e simples.

NOTA: Este artigo refere-se apenas ao relatório de resultados do teste de paternidade pós-natal. Para obter ajuda para a compreensão de um relatório de um teste de paternidade pré-natal não invasivo, entre em contato com nossos especialistas em testes pré-natais pelo 220 417 190 (Seg. a Sex., 9:00 a 20:00).

 

Compreendendo um teste de paternidade dos laboratórios da CódigoADN.

O relatório de resultados do teste de paternidade pode ser dividido nas seguintes seções principais.

 

  1. Tabela do sistema genético (gráfico Locus / tamanho dos alelos)
  2. Índice combinado de paternidade (não abordado neste artigo)
  3. Probabilidade de paternidade (não abordado neste artigo)
  4. Conclusões do teste

 

 

Resultados do Teste de Paternidade: Tabela do Sistema Genético

O laboratório da CódigoADN testa no mínimo 18 marcadores genéticos e o locus de Amelogenina, que mostra o sexo de cada participante. Os dados dos sistemas genéticos da criança, do suposto pai e da mãe (opcional e gratuito) ficam registados no seu relatório no formato de uma tabela. Todos os marcadores genéticos testados são apresentados na tabela, incluindo marcadores genéticos adicionais que o laboratório utilize de forma a garantir resultados precisos.

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A criança recebe um alelo em cada marcador genético da sua mãe e um alelo do seu pai biológico. Se em algum marcador genético não existir um alelo do pai, então esse alegado pai pode não ser o pai biológico. Usando estatísticas, o Índice de Paternidade (listado como PI na tabela) indica a força com que cada alelo tem entre indivíduos num ponto em particular (marcador genético).

 

Uma questão frequente que surge nos nossos clientes é a probabilidade de relacionamento apresentar o valor absoluto de 100%. (probabilidade de paternidade)

Na realidade independentemente do laboratório, nunca vai obter o resultado de 100%, contudo isto não significa que o resultado não seja 100% fiável, por outras palavras, os resultados do teste de ADN são todos baseados em estatísticas.

Para se obter uma probabilidade de 100%, teríamos que testar todos os homens do mundo com uma base étnica semelhante ao suposto pai que está a ser testado, e por razões óbvias, isto não é possível, então é utilizado uma amostragem da etnia da pessoa para chegar ao resultado final.

 

Resultados do teste de paternidade: conclusões do teste

As conclusões do teste estão localizadas na seção Interpretação, abaixo dos dados estatísticos do Índice de paternidade combinado e Probabilidade de Paternidade.

O relatório mostra uma das duas conclusões: "não é excluído como o pai biológico" ou "é excluído como o pai biológico".

 

Se a conclusão encontra que o alegado pai "não é excluído como o pai biológico", esta frase significa que o pai é o pai biológico da criança, uma vez que todos os dados recolhidos a partir do teste suportam uma relação de paternidade.

 

Se pelo contrário conseguir ler que o suposto pai, "é excluído como o pai biológico", esta frase significa que o suposto pai NÃO É o pai biológico da criança, uma vez que todos os dados do teste não suportam uma relação de paternidade.

 

Se ainda tiver dúvidas sobre os seus resultados ou precisar de ajuda adicional para interpretar o relatório, sinta-se à vontade para nos ligar para o  220 417 190 (seg. a sex.). 

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Paternidade e Testes de ADN com Familiares

Ler contributo inteiro: Paternidade e Testes de ADN com Familiares

 

A ciência do ADN revolucionou a indústria dos testes de relacionamento de paternidade e de família deixando de haver discriminação entre indivíduos, as opções de colheita de amostras não invasivas, tempo de resposta mais rápido e preços mais baixos, faz com que os testes de adn 100% fiáveis sejam acessíveis para todos os setores da sociedade.

Este artigo apresenta os detalhes sobre o processo do teste de paternidade, incluindo a interpretação de resultados. Abaixo veja a lista de conteúdo que pode ler sobre a ciência do ADN envolvida no teste de paternidade.

 

  • Herança do ADN
  • Perfis genéticos
  • Teste de ADN Dual Process ™
  • Interpretação dos resultados do teste de paternidade
  • Outros testes de relacionamento familiar

 

A ciência do ADN: o ADN é herdado de ambos os pais biológicos

O ADN, também conhecido como ácido desoxirribonucleico, é encontrado em todas as células do corpo. É composto por quatro moléculas diferentes: adenina (A), timina (T), citosina (C) e guanina (G). Como as letras de um alfabeto, estas quatro moléculas são organizadas em sequências específicas que dão as instruções diárias ao nosso corpo. O ADN contém informações que dita as nossas características físicas, como características faciais, altura e até saúde.

 

Durante a conceção, o espermatozoide do pai e o óvulo da mãe, cada um contendo metade da quantidade de ADN encontrada nas células do corpo correspondente, encontram-se e fundem-se para formar um óvulo fertilizado. Esse óvulo contém um conjunto completo de moléculas de ADN, uma combinação única de ADN de ambos os pais. Em seguida o óvulo divide-se e multiplica-se em um embrião e depois, um ser humano completo.

 

Em cada estágio de desenvolvimento, todas as células que formam o corpo contêm a mesma metade do ADN do pai e metade da mãe. É este o facto que permite aos cientistas usar uma variedade de métodos de amostragem para testes de ADN. Podemos obter amostras em praticamente qualquer estágio de desenvolvimento e de qualquer parte do corpo - e ainda obter os mesmos resultados, porque estas amostras contêm o mesmo ADN.

 

Cada pessoa tem um perfil genético único que reflete essa herança.

 

Os Locais específicos (chamados locus) em ADN humano apresentam padrões de herança previsíveis que podem ser usados para determinar relações biológicas. Estas localizações contêm sequências de ADN específicas, chamadas de marcadores, que os cientistas forenses usam como marcas de identificação para indivíduos. Num teste comum de paternidade de ADN, os marcadores usados (STRs), são pequenos fragmentos de ADN que ocorrem em diferentes padrões de repetição entre indivíduos.

 

O ADN de cada pessoa contém duas cópias destes marcadores: uma cópia herdada do pai e outra da mãe. Dentro de uma população, os marcadores na localização do ADN de cada pessoa podem diferir em comprimento e às vezes em sequência, dependendo dos marcadores herdados dos pais.

 

A combinação dos tamanhos de marcador genéticos encontrados em cada pessoa representa o seu perfil genético. A CódigoADN examina um mínimo de 18 marcadores STR para criar um perfil genético para cada pessoa testada num teste de paternidade, identidade ou relacionamento familiar.

 

 

O departamento cientifico dos laboratórios da CódigoADN obtém as amostras de ADN de cada pessoa para criar perfis genéticos individuais

Os laboratórios obtêm amostras de ADN de esfreganços bucais (bochechas) para testes e análises. As zaragatoas bucais são como cotonetes de algodão, mas usamos um polímero especial Ducron® em vez de algodão para fornecer uma superfície consistente para a colheita de ADN. Quando as amostras chegam ao nosso laboratório, a nossa equipe verifica cada involucro de amostras à medida que chega, procurando sinais de adulteração. Se o invólucro estiver intacto,  é submetido à execução do teste de ADN Dual Process ™. Duas equipes independentes fazem o seguinte:

 

  1. Verificam os documentos de acompanhamento para garantir que todos os formulários sejam devidamente preenchidos
  2. Atribuí o número do caso e cria um registo para a amostra
  3. Pega em metade das amostras da zaragatoa bucal e purifica o ADN das zaragatoas. A purificação e o isolamento do ADN são realizados usando os nossos sistemas de robótica Biomek®
  4. Realizam a reação em cadeia da polimerase (PCR) para fazer bilhões de cópias dos marcadores de ADN
  5. Analisa os produtos resultantes do PCR utilizando o analisador genético ABI Prism® 3100. Estes detetam os tamanhos dos marcadores em cada amostra, gerando os dados brutos.
  6. A equipe rastreia cuidadosamente as amostras e verifica a conclusão de cada etapa em todo o processo. Os dados brutos das duas equipes são revistas pelo diretor do laboratório. Se os dados não apresentarem anomalias, os cálculos estatísticos podem então ser realizados dos perfis genéticos de cada grupo testado.

 

Num teste de paternidade, os perfis genéticos são comparados para ver se o perfil da criança tem alelos correspondentes ao pai e à mãe testados

Um relatório de teste de paternidade lista os perfis genéticos de cada parte testada, observando os tamanhos de alelos dos diferentes marcadores testados. A tabela abaixo mostra resultados parciais de um teste de paternidade. São mostrados os tamanhos de três dos marcadores de cada pessoa. Os números em vermelho significam os alelos que a criança herdou da mãe, e os pretos são os alelosl herdados do pai.

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* Na tabela acima, apenas é dado um valor para o CSF1PO do alegado pai - isso significa que ele herdou o mesmo tamanho de marcadores de seus pais, ou seja, o pai para o marcador CSF1PO também tode ser representado como (7,7) em vez de só 7.

 

O nosso laboratório atinge uma Probabilidade de Paternidade de pelo menos 99,999%, se não forem encontradas mutações genéticas.

 

Em outros testes de relacionamento familiar, os perfis genéticos dos participantes são comparados para ver se o grau esperado de ADN partilhado existe

O relatório do teste de ADN em outros testes de relacionamento familiar, como exames de avós e irmãos é semelhante a um relatório de teste de paternidade. Contudo a partilha de ADN entre os dois intervenientes é que deve ser diferente.

O relatório mostra os perfis genéticos de cada pessoa testada. Se houver marcadores partilhados entre os indivíduos testados, a probabilidade de relação biológica é calculada para determinar a probabilidade de os indivíduos testados partilhar os mesmos marcadores devido a uma relação biológica.

Há uma variedade de marcadores de ADN que podem ser usados para determinar relacionamentos familiares, identificar indivíduos, até mesmo deduzir a sua ascendência.

 

Veja mais sobre o teste de paternidade AQUI

 

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Licença de Maternidade e Paternidade

Ler contributo inteiro: Licença de Maternidade e Paternidade

Os primeiros meses após o nascimento têm uma grande importância para os pais e o bebé. A licença parental (paternidade e maternidade) dispensa os pais de irem trabalhar durante algumas semanas, dando-lhes tempo para se dedicarem ao bebé e para se adaptarem às novas condições da sua vida.

 

Licença parental (Licença de Maternidade e Paternidade)

 

A licença parental inicial pode ter 120, 150 ou 180 dias (e até mais, no caso de gémeos, mais 30 dias por cada criança). Os pais, biológicos ou adotivos, têm de decidir quanto tempo de licença querem e como vão partilhá-lo. As primeiras 6 semanas, Licença de Maternidade, depois do parto têm de ser gozadas pela mãe e são obrigatórias. Os restantes dias podem ser gozados por qualquer um dos pais.

 

Ao partilharem a licença, os pais estão a prolongá-la, por exemplo se não houver partilha a licença pode chegar no máximo a 150 dias, se a mãe e o pai partilharem a licença parental esta pode chegar a 180 dias. Se, após as 6 semanas da mãe, tanto o pai como a mãe passarem 30 dias seguidos ou 2 x 15 dias seguidos com o bebé, têm direito a mais 30 dias de licença.

 

A remuneração atribuída aos progenitores varia de acordo com a escolha do período da licença parental.

1.     Licença Parental - 120 dias com remuneração a 100% ou 150 dias com remuneração a 80%

2.     Licença Parental Partilhada por mãe e pai - 150 dias com remuneração a 100% ou 180 dias com remuneração a 83%

No caso de gémeos acrescem 30 dias por gémeo, para além do primeiro e a remuneração é paga a 100%, em ambos os períodos de licença.

 

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Uma licença especial para o pai – Licença Paternidade

 

Quando o bebé nasce, o pai tira 15 dias úteis obrigatórios de licença. Os primeiros 5 dias são gozados de seguida imediatamente a seguir ao nascimento, e os outros 10 dias têm de ser gozados nos 30 dias após o nascimento, e podem ser seguidos ou não.

 

O pai tem direito a mais 10 dias úteis, seguidos ou não, enquanto a mãe estiver de licença. E, se tiverem nascido gémeos, o pai tem direito a mais 2 dias de licença por cada criança além da primeira.

Em ambas as situações, o valor do subsídio é 100% da remuneração de referência.

 

Para mais informações sobre a licença de Maternidade, contacte a segurança social directa, lápodem informar sobre situações mais especificas.

 

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Gémeos podem ter passados diferentes

Sim, esta situação pode acontecer, mas apenas com gémeos fraternos ou “falsos”, uma vez que não partilham o mesmo ADN.  

Os testes ancestrais funcionam, na medida em que, existe um acompanhamento das diferenças de ADN ao longo do tempo entre as pessoas. Estes testes recuar no tempo porque o ADN mudou e muda gradualmente ao longo dos anos. Por exemplo, quando as células copiam o nosso ADN, nem sempre o fazem de forma perfeita. Estes erros, são denominados por “mutações” e nem todos têm as mesmas mutações no seu ADN.

De um modo geral, pessoas da mesma parte do mundo tendem a ter as mesmas mutações genéticas no seu ADN do que pessoas de lugares diferentes. Isto acontecia mais no passado pois a população não se movimentava tanto como o fazem nos dias de hoje. O que aconteceu com o ADN numa parte do mundo ficou nessa parte. Quer isto dizer que diferentes grupos criaram diferentes conjuntos de mutações ao longo dos tempos.

Imagine que o seu ADN é como um livro. Antigamente os livros eram copiados à mão por monges em mosteiros, mas apesar de serem transcritos cuidadosamente às vezes surgiam erros. Agora imagine que esse livro erradamente copiado se tornava o modelo para fazer novas cópias. Todas as cópias seguintes teriam esse novo erro. O mesmo acontece com o ADN! Quando há um “erro” ou mutação no ADN que é passado para uma criança, então essa criança terá essa mutação.
As pessoas que compartilham ancestrais da mesma parte do mundo são mais propensas a ter as mesmas mutações no seu ADN.

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Uma mistura de mãe e pai

 

Imagine novamente o cenário do monge que copiou o livro com alguns erros. E que vários monges desse mosteiro levaram consigo uma cópia do livro e encontraram novos mosteiros no país.

Quando chegaram às suas novas casas, começaram a copiar os seus manuscritos com diligência. E cada um deles fazia os seus próprios erros. Agora, cada livro já não era mais o mesmo. Isto é semelhante ao que acontece com o nosso ADN. As pessoas que vivem numa aldeia de uma parte do país poderão ter algumas diferenças no seu ADN em comparação com as pessoas numa vila próxima.

Você recebe metade do seu ADN da sua mãe e metade do seu pai. Então, a sua mãe tem as suas diferenças específicas da "aldeia" e as suas diferenças específicas do país. O seu pai tem a sua própria "aldeia" - diferenças específicas, mas compartilha as suas diferenças específicas "em todo o país".

 

O ADN não é transmitido de geração em geração num único bloco, ou seja, nem todos os filhos recebem os mesmos 50% do ADN da mãe e 50% do ADN do pai. (A não ser que sejam gémeos idênticos).

Uma forma de pensar sobre isso é imaginar que o seu ADN é um monte de bolinhas coloridas e que diferentes cores significam diferentes ancestrais.

Imagine que um homem do Japão se casa com uma mulher da Europa. O seu ADN passa a ser 100% europeu e seu 100% asiático. Então as bolinhas vermelhas seriam europeias e as azuis as asiáticas.

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Quando esses dois pais têm uma criança, essa criança receberá uma metade aleatória de bolinhas da mãe e metade aleatória do pai. A criança poderá ser assim:

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Esta criança é 50% europeia e 50% asiática. Aqui está o aspeto do irmão desse filho: 

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Neste caso, pode ver que cada criança realmente compartilha a mesma ascendência, embora tenham um ADN diferente de cada pai. Eles são, cada um,50% europeus e 50% asiáticos. Este é o resultado se os pais são 100% de uma determinada etnia. 

 

Pretende saber mais sobre os nossos testes ancestrais, consulte a nossa página  - Teste Ancestral de ADN

 

 

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Teste de Ancestralidade Tribos - Rui Unas

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Um pequeno resumo do teste ancestral tribos - Teste de Ancestralidade que o Rui Unas realizou connosco!

 

O teste de ADN Populacional tribos™ foca-se no seu ADN autossómico que é herdado dos seus ancestrais maternos e paternos. Os seus resultados de ADN identificam as populações individuais e as Regiões Mundiais onde o seu perfil de ADN é mais comum, incluindo uma comparação detalhada dos seus resultados com dados genéticos de África, Pacífico Asiático, Europeu, Médio Oriente, e as populações do Sul da Ásia.

 

 

Os seus pares de ADN – perfil genético pode incluir populações com a sua recente genealogia familiar. No entanto, a história genética das populações do mundo começaram muito antes dos registos genealógicos. Por esta razão, as suas correspondências de ADN também podem expressar vestígios genéticos de vínculos mais antigos entre populações do mundo por meio de origens compartilhadas, migrações e rotas de comércio.

 

 

O principal benefício do ADN STR em vez do teste ancestral usando o ADN SNP é a disponibilidade de dados de referência mais ricos. Este teste ancestral em particular é único no mundo, testa os marcadores genéticos padrão da indústria autossómica STR (todos os outros testes ancestrais testam o ADN SNP).

 

 

O ADN STR permite a identificação de uma pessoa (é muito importante que não partilhe o seu perfil de ADN – parte A deste relatório com ninguém, esses dados são privados e deve mante-los em segurança). Como esses marcadores STR foram testados e usados nos sistemas judiciais de todo o mundo, permitem-nos que o teste ancestral de ADN faça a comparação completa do perfil de ADN de uma pessoa com mais de 1.200 grupos étnicos (populações) em todo o mundo. Atualmente, os testes ancestrais que utilizam o ADN SNP ainda não conseguem chegar ao detalhe geográfico da análise de ADN como o exame que aqui efetuou.

 

 

A análise autossómica exclusiva complementa outros tipos de testes genéticos, usando o ADN transmitido igualmente por antepassados masculinos e femininos. Mais especificamente, a análise de ADN por STR pode complementar o cromossoma Y ou informação ADNmt (ADN Mitocondrial), fornecendo informações sobre conexões genéticas transmitidas dos seus antepassados diretos e não diretos, proporcionando uma imagem abrangente e inclusiva da ancestralidade geral de uma pessoa. A análise de ADN por STR aqui presente pode complementar outros testes ancestrais ao identificar conexões com grupos étnicos e regiões individuais, proporcionando uma visão mais detalhada da ascendência baseada tanto nas populações nativas quanto nas modernas comunidades mistas ao redor do mundo.

 

Aplicativo

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TESTE DE PATERNIDADE: GRUPOS SANGUÍNEOS E ADN

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O teste de paternidade moderno compara o perfil de ADN de um bebé com o do alegado pai.

 

Como conseguimos executar um teste de ADN antes dos avanços da genética?

Ocasionalmente, surgem situações nas quais as pessoas exigem evidências concretas e científicas de parentesco. Na maioria dos casos, a maternidade é fácil de determinar. Antes da barriga de aluguer ser possível, a mulher que deu à luz uma criança era obviamente a mãe gestacional, genética e legal da criança e isso continua a ser verdade na grande maioria dos casos hoje.

Infelizmente, as questões de paternidade não são tão fáceis de responder. Para se determinar a paternidade, os cientistas quase sempre trabalham da frente para trás - da criança para o alegado pai - para verificar a natureza real da relação. No passado, era necessário identificar fenótipos específicos (em particular, tipos de sangue específicos) na criança e usar essas informações para "incluir" ou "excluir" possíveis pais. No entanto, este sistema apresentou uma série de problemas, e frequentemente dava resultados inconclusivos. Desde 1990 que a abordagem mais comum tem sido considerar a presença de determinados marcadores genótipos para tentar estabelecer a paternidade (e, em alguns casos, a maternidade).

 

USAR O GRUPO SANGUÍNEO EM TESTES DE PATERNIDADE

O processo de impressão genética foi desenvolvido por Alec Jeffreys em 1984, e ficou disponível para o teste da paternidade em 1988. Antes deste tipo de análise do ADN estar disponível o fator mais comum utilizado para a averiguação de paternidade era o grupo sanguíneo. Os grupos sanguíneos são um exemplo popular de genética “caseira”. Afinal, existem numerosos grupos sanguíneos humanos com múltiplos alelos, e esses alelos exibem uma variedade de padrões.

Hoje, o sistema de tipagem de sangue mais conhecido é a tipagem ABO, que envolve a presença de antígenos em glóbulos vermelhos que são codificados pelo locus ABO no cromossoma 9 humano. No sistema ABO, o alelo A e o alelo B são codominantes, e o alelo O é recessivo. Assim, se o tipo sanguíneo de uma pessoa ABO é O, ele ou ela tem dois alelos O. Se, no entanto, o tipo sanguíneo de uma pessoa for A, ele ou ela tem dois alelos A ou um alelo A e um alelo O. Da mesma forma, se uma pessoa tem sangue tipo B, isto indica a presença de dois alelos B ou um alelo B e um alelo O. Finalmente, algumas pessoas têm sangue tipo AB, o que significa que herdaram um alelo A e um alelo B.

Em casos de dúvidas na paternidade, a tipagem de sangue ABO pode ser usado para excluir um homem de ser pai de uma criança. Por exemplo, um homem que tem o sangue do tipo AB não poderia ter um filho com sangue do tipo O, porque ele passaria o alelo A ou o alelo B para todos os seus descendentes. No entanto, os grupos sanguíneos ABO não podem ser usados para confirmar se um homem é de facto o pai de uma criança.

Num caso famoso de 1943, a estrela de cinema Joan Barry acusou o ator Charlie Chaplin de ter criado seu filho, Barry. Embora os exames de sangue tenham definitivamente excluído Chaplin como sendo o pai da criança, o juiz não permitiu que esta prova fosse admitida em tribunal, e Chaplin foi condenado a pagar prestação de alimentos à criança. O caso Barry / Chaplin estimulou a aprovação de novas leis, lançando assim uma nova era em provas forenses.

Ao longo do tempo, o uso adicional de antígenos sanguíneos, como os associados com os sistemas MN e Rh, refinaram a utilização dos grupos sanguíneos para a determinação de paternidade e para casos forenses. No entanto, esses grupos sanguíneos foram apenas cerca de 40% eficazes em excluir um homem como o pai de uma criança. Então, nos anos 70, o teste de antígenos leucocitários humanos (HLAs) tornou possível excluir homens como alegadospais com 80% de eficácia. Os genes responsáveis pelo sistema HLA estão envolvidos na apresentação do antigénio às células T. O sistema HLA é altamente polimórfico, com mais de 3.200 alelos diferentes identificados até agora (Robinson et al., 2003, Williams, 2001). Embora este grande número de alelos cause dores de cabeça para transplantes de órgãos e células, a multiplicidade de genótipos que o sistema HLA fornece - nas dezenas de milhões – torna-o ideal para consideração em testes de identidade e paternidade.

 

MARCADORES DE ADN E ELETROFORESE

Nas décadas de 1970 e 1980, a eletroforese de vários marcadores bioquímicos tornou-se amplamente disponível. Com este processo, as proteínas do sangue de uma pessoa ou de outro tecido eram colocadas num gel, tal como amido de batata, agarose ou poliacrilamida. Uma corrente elétrica passava através do gel, e diferentes formas ou lisozimas das proteínas eram separadas pela sua carga elétrica e / ou tamanho. As diferenças nas lisozimas relacionam-se com as diferenças nos alelos que codificam estas proteínas. Assim, a presença de certas lisozimas idênticas em amostras de uma criança e do seu alegado pai poderia ser usada para revelar a existência de uma relação genética entre os dois indivíduos. De fato, em 1974, Chakraborty et al. sugeriu que os testes genéticos via eletroforese tinham avançado de tal forma que este método podia ser usado para confirmar a paternidade em vez de simplesmente excluir um homem como pai de uma criança.

 

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Este teste inclui amostras da mãe (linha superior), da criança (linha do meio), e do alegado pai (linha inferior). O marcador materno que foi passado para a criança é o 6. Isto significa que o outro marcador presente na criança (7) deve ter sido herdado do pai. O alegado pai combina com a criança, uma vez que um dos seus marcadores é de facto o 7.

Hoje, com o advento de numerosas técnicas de sequenciamento, amplificação e de teste de ADN, os testes de paternidade evoluíram ainda mais do que o previsto. Na verdade, os testes genéticos atuais têm uma taxa de exatidão de cerca 99,99%. É claro que o nível exato de precisão depende do número e da qualidade dos marcadores genéticos considerados. (Aqui, é importante enfatizar que os cientistas consideram apenas alelos marcadores específicos, para a realização de testes de paternidade. A análise do genoma completo implicaria mais tempo e mais dinheiro no processo, sem melhorar significativamente a precisão dos resultados.) Assim, os processos de análise de ADN para verificação da paternidade de um indivíduo têm ao longo dos anos sobreposto os processos anteriores. Além disso, a automação, a melhoria no desempenho e sensibilidade dos processos, tem permitido que os testes de ADN sejam realizados com amostras de ADN cada vez menores e às vezes degradadas com rapidez e excelente precisão.

 

A UTILIDADE DO TESTE DE PATERNIDADE

Curiosamente, as melhorias nos testes de paternidade ao longo das últimas décadas não só levaram a um aumento na precisão dos resultados dos testes, mas também à expansão da aplicação de vários métodos de teste. Por exemplo, à medida que a tecnologia do ADN se tornou mais precisa, tornou-se possível determinar a paternidade usando o ADN de avós, primos ou até mesmo saliva deixada numa chávena de café descartada. Estes testes de ADN são claramente uma parte importante das investigações criminais, incluindo a análise forense, mas também é útil em tribunais civis quando a paternidade de uma criança está em questão. A disponibilidade generalizada de testes de paternidade é também um forte indicativo de uma procura por esta tecnologia. No entanto, é importante notar que estes testes de venda direta ao consumidor, em que a colheita de ADN é realizada pelo próprio podem não ser aceites em tribunal porque não há nenhuma maneira de provar a proveniência das amostras e se foram respeitados os direitos dos intervenientes. Assim, este tipo de teste, chamado de teste informativo é frequentemente usado para auxiliar na tomada de uma decisão de iniciar litígio ou simplesmente para proporcionar paz de espírito em questões de paternidade questionável.

Em aplicações mais amplas, os avanços no teste de paternidade significam que as pessoas que foram adotadas agora têm mais meios para confirmar a sua identidade biológica ou para encontrar os pais biológicos. Além disso, o teste de parentesco é muitas vezes uma ferramenta essencial para situações de imigração em casos de reunificação familiar.

 

RESUMO Teste de Paternidade/ Genéticos

Durante anos, as questões de paternidade apresentaram um desafio significativo para cientistas e alegados pais. Durante a primeira metade do século XX, os pesquisadores frequentemente procuravam respostas nos fenótipos ABO. Entretanto, as informações do grupo sanguíneo ABO só poderiam ser usadas para excluir potenciais pais, ao contrário de confirmar uma relação parental. A consideração de marcadores sanguíneos adicionais, tais como antígenos Rh, antígenos MN e HLAs, aumentou consideravelmente a eficácia do teste de paternidade nas décadas seguintes, mas ainda deixou espaço significativo para o erro. Assim, com o advento da análise de ADN e técnicas de sequenciamento nas décadas de 1980 e 1990, os cientistas começaram a olhar para o genoma das pessoas. Esta abordagem provou ser extremamente útil.  De fato, os métodos atuais de análise com base em marcadores produzem resultados de teste que são 99,99% exatos e aplicáveis numa variedade de configurações.

Pretende fazer um teste de ADN e não sabe como iniciar o seu processo, não hesite e entre em contacto com os nossos especialistas a sua chamada é gratuita e confidencial.

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A história dos testes de adn

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O teste de ADN é uma poderosa ferramenta para identificação. Com a tecnologia de hoje, os testes de ADN podem identificar indivíduos com quase 100% de certeza.

A identificação nem sempre foi tão conclusiva. Antes dos testes de ADN, a comunidade científica usou outras ferramentas biológicas para identificar pessoas e determinar relações biológicas. Estas técnicas, que incluíram tipagem de sangue, testes sorológicos e testes de HLA, foram úteis para muitos testes diferentes (como combinar doadores de sangue e tecido com recetores e reduzir a taxa de rejeição para pacientes transplantados), mas não foram conclusivos para identificação e determinação relações biológicas.

 

Com a introdução de testes de ADN no final da década de 1970 e início da década de 1980, os cientistas viram o potencial dos testes mais poderosos para identificação e determinação de relacionamentos biológicos. Graças aos testes de ADN, agora podemos determinar definitivamente a identidade de indivíduos e dos seus parentes biológicos.

 

A seguir apresentamos a história dos teste de ADN desde os primeiros dias até a mais recente tecnologia em testes de ADN.

 

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1920: Tipo de Sangue

No início da década de 1920, os cientistas identificaram 4 tipos de sangue diferentes em seres humanos - A, AB, B e O - com base na presença de certas proteínas no sangue. O sistema de sangue, chamado sistema ABO, forneceu aos médicos informações críticas sobre os seus pacientes, permitindo que eles realizassem procedimentos médicos seguros, como transfusões de sangue, combinando os tipos de sangue do dador e do recetor.

 

Os cientistas perceberam que os tipos de sangue eram herdados biologicamente e podiam prever o tipo de sangue da criança com base no tipo de sangue dos pais biológicos. Por outro lado, se um dos tipos de sangue dos pais fosse desconhecido, pode-se usar o tipo de sangue da criança e o pai conhecido para identificar o tipo de sangue do pai desaparecido. No entanto, uma vez que a informação da tipagem do sangue é limitada, foi difícil identificar conclusivamente as relações biológicas. Por exemplo, se uma criança tivesse sangue de Tipo A e a mãe da criança tivesse Type AB, o pai biológico da criança poderia ter qualquer um dos 4 tipos de sangue. Assim, neste exemplo, nenhum homem poderia ser excluído como o pai biológico da criança. O poder de exclusão, a capacidade de excluir um suposto pai acusado falsamente, para testes de sangue ABO é de cerca de 30% e não é útil para testes de paternidade.

 

1930: testes serológicos

Na década de 1930, os cientistas descobriram outras proteínas na superfície das células do sangue que poderiam ser usadas para identificar pessoas. Os sistemas de grupos sanguíneos Rh, Kell e Duffy, como o sistema sanguíneo ABO, foram baseados na presença de antígenos específicos que são herdados biologicamente e proporcionaram poder adicional, juntamente com a ABO, para resolver as relações biológicas questionadas. No entanto, testes serológicos não são conclusivos para resolver questões biológicas. O poder de exclusão para testes sorológicos é de 40%, o que significa que esta técnica sozinha, como ABO, não é eficaz para determinar relações biológicas.

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1970: Teste HLA

Em meados da década de 1970, os cientistas concentraram-se na tipagem de tecido e descobriram o antígeno de leucócitos humanos (HLA), uma proteína presente através do corpo, exceto para os glóbulos vermelhos. As células brancas encontradas no sangue têm uma alta concentração de HLA. Também foi descoberto que havia muitos tipos diferentes de HLA, e os diferentes tipos de HLA variaram entre pessoas que não estavam relacionadas biologicamente. Devido à alta variabilidade dos tipos de HLA entre as pessoas, o HLA foi usado para responder a questões sobre relações biológicas. O poder de exclusão do teste de HLA é de 80% e associado à ABO e testes serológicos é de cerca de 90%. Esta bateria de testes inaugurou o uso de testes genéticos para incluir e excluir um suposto pai. Um fator que fez o teste HLA perder força é a exigência de uma grande amostra de sangue que deve ser testada em 24H/ 48H após a colheita. Hoje, HLA, ABO e sorologia não são usados para testes de relacionamento e foram substituídos por métodos que envolvem o ADN.

 

1980's: Teste de ADN RFLP

No início da década de 1980, desenvolveu-se uma técnica conhecida como análise de Polimorfismo de comprimento de fragmento de restrição (RFLP) que se tornou o primeiro teste genético de ADN. Como o HLA, ABO e testes sorológicos, o ADN é herdado geneticamente de ambos os pais biológicos. Os cientistas descobriram regiões do ADN que são altamente variáveis ​​(polimórficas) e mais discriminantes do que HLA e proteínas do sangue. O ADN é encontrado em todas as células do corpo, exceto os glóbulos vermelhos. Esses atributos tornam o teste de ADN ideal para resolver relacionamentos biológicos. O procedimento RFLP usa enzimas (endonucleases de restrição) para cortar o ADN e as sondas de ADN rotuladas para identificar as regiões que continham VNTRs (Repetições em Tandem de Número Variável). Num teste de paternidade onde a mãe, filho e suposto pai são testados, metade do ADN da criança deve combinar com o da mãe biológica e a restante metade deve combinar com o pai biológico. Ocasionalmente, o perfil de ADN da criança pode não corresponder a qualquer um dos pais num único local de ADN (marcador genético), possivelmente causado por uma mutação. Quando isso ocorre, um cálculo é realizado para determinar se a inconsistência genética observada é uma mutação ou uma exclusão. O poder de exclusão do teste de ADN RFLP é superior a 99,99%. No entanto, atualmente, este teste não é realizado devido à quantidade de ADN necessária para o teste (cerca de 1 micrograma) requer uma amostra de sangue e o tempo requerido para o teste é de (10 a 14 dias).

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1990's: Teste de ADN por PCR

No início dos anos 90, o teste de ADN da Reação em Cadeia de Polimerase (PCR) substituiu a análise de RFLP para testes de relacionamento biológico. A análise por PCR requer menos ADN (1 nanograma), de modo que uma zaragatoa bucal é uma amostra adequada para o teste, eliminando a necessidade de uma colheita de sangue. O teste PCR é muito mais rápido do que o RFLP gerando resultados dentro de um/dois dias após a entrega da amostra para no laboratório. O PCR amplifica regiões no ADN conhecido como STRs (Short Tandem Repeats) que são altamente variáveis. Num teste de paternidade onde a mãe, filho e suposto pai são testados, o ADN da criança deve combinar com os pais biológicos, a menos que haja uma mutação. Os cálculos estatísticos podem ser realizados para ajudar a determinar se uma inconsistência genética em um único local (locus) é consistente com uma mutação ou uma exclusão. Ocasionalmente, observam-se mais de duas inconsistências genéticas e, nesses casos, são realizados testes adicionais. A CódigoADN examina um marcador genético STR da bateria padrão, mas pode testar marcadores STR adicionais quando necessário para resolver um caso. O poder do teste de ADN PCR é superior a 99,99%.

 

2000's: Matrizes SNP

No início dos anos 2000, os cientistas conseguiram combinar milhares de marcadores SNP (Single Nucleotide Polymorphism) em um único teste. Os SNPs são mudanças de letras no ADN que podem ser usadas como marcadores genéticos para uma variedade de aplicações. As matrizes SNP não são comumente usadas para testes de relacionamento, mas são usadas para uma série de outros testes genéticos, incluindo; predisposição a doenças genéticas, saúde e bem-estar e ascendência. A CódigoADN usa uma matriz personalizada de 800.000 SNP para o teste amcestral origens. A matriz contém AIMs (marcadores informativos de ascendência), marcadores de cromossomas Y, marcadores mitocondriais, marcadores de ADN antigos e outros marcadores úteis para estabelecer relações biológicas mais distantes como o 4º ou o 5º primo.

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2010: sequenciação da próxima geração

NGS (Sequenciamento de Próxima Geração) ou Sequenciamento Paralelo é a mais nova técnica disponível para análise genética. Este procedimento gera uma sequência de ADN que é a disposição linear de letras (A, T, C e G) que ocorrem em uma amostra de ADN. Uma vez que a técnica permite iniciar simultaneamente o sequenciamento em milhares de locais no ADN que se sobrepõem, grandes quantidades de dados podem ser geradas e devolvidas com os programas apropriados de bioinformática. Seria como tirar de um livro e cortar seções de frases e depois montar o livro usando um programa de computador para reconhecer fragmentos de frases sobrepostas.

 

A CódigoADN atualmente usa NGS para o seu Teste de Paternidade Prenatal Não-invasivo (NIPP) que pode determinar o pai biológico de um feto a partir da 8 semanas de gestação usando uma amostra de sangue da mãe. Antes do teste de paternidade pré-natal não invasivo, uma amostra de liquido amniótico ou amostra de amniocentese era necessária. Ambos os procedimentos são invasivos e têm um pequeno risco de danos para o bebé. O teste teste de paternidade pré-natal não invasivo é seguro para o feto e deteta ADN fetal livre de células circulantes (cfADN) no plasma da mãe e sequencia o ADN para interrogar vários milhares de SNPs.

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Quando os possíveis Pais são relacionados biologicamente!

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Não é incomum no apoio ao cliente que nos digam que há dois pais possíveis para uma criança e que esses dois pais são biologicamente relacionados. Embora os possíveis pais que estão relacionados não partilhem todo o seu ADN (a não ser que sejam gêmeos idênticos), estes partilham ADN suficiente para que resultados possam não ser conclusivos e até mesmo colocar em causa os resultados do teste de paternidade.

Então, os resultados do teste de paternidade sob estas condições podem ser confiáveis?

Sim! Aqui estão algumas possibilidades de relacionamento biológico e como estas podem afetar os resultados dos testes de adn.

 

Se os possíveis Pais são Irmãos

É importante lembrar que, embora estejam intimamente relacionados, os irmãos de pai e mãe possuem perfis de ADN que são distintos entre si. As hipóteses de dois irmãos que não são gêmeos idênticos ter uma correspondência em todos os marcadores genéticos com uma criança na realização dos testes de paternidade é muito diminuta. Mas uma vez que a relação entre os possíveis pais é tão próxima, recomendamos que cada um dos irmãos realize o teste de adn com a criança, se possível. No mínimo, é essencial informar o laboratório de que há dois possíveis pais e que são irmãos. O laboratório pode então testar mais marcadores genéticos, se necessário. Também é importante incluir o ADN da mãe no teste.

 

Se os possíveis Pais são Gémeos

Gémeos fraternos

 

Se os possíveis Pais são gémeos fraternos, a partilha de ADN entre eles é a mesma que seria para os irmãos "regulares". Como descrito acima quando os irmãos são "regulares" a melhor opção é: - a participação de ambos no exame a mãe também deve contribuir com uma amostra de ADN para reforçar os resultados dos testes de paternidade.

 

Gémeos idênticos

Para gémeos idênticos, o ADN é exatamente o mesmo! Com o nível de tecnologia de hoje já é  possível diferenciar geneticamente os gémeos, no entanto, para o fim a que se destina -  teste de paternidade - os preços são praticamente impossíveis e completamente proibitivos, uma vez que exigiria testar a maioria de seus marcadores genéticos em vez dos 20 aos 68 marcadores genéticos utilizados num típico teste de adn.

 

Se os possíveis Pais são Pai e Filho

Um total de 50% do ADN do filho provém do pai, então, se estes dois homens são os possíveis pais para uma criança, há uma grande possibilidade de obter um resultado "falso positivo" se apenas um dos homens participar no teste. Portanto, o ideal é que ambos os homens realizem o teste de adn com a criança. Se não for possível por qualquer motivo, então o laboratório deve ser informado com antecedência (para que uma análise adicional possa ser realizada) e a mãe é obrigada a enviar sua amostra de ADN.

 

Se os possíveis Pais são Primos ou Tio e Sobrinho

Se os possíveis Pais têm um vinculo biológico remoto abaixo do 25% isto faz que não partilhem material genético suficiente em comum para o resultado ser um "falso positivo": a relação biológica é muito distante para fazer a diferença nos resultados do teste de paternidade.

 

Em suma os pontos mais importantes:

 

  • Em todos os casos em que dois possíveis  pais estão relacionados biologicamente é melhor que ambos os homens façam o teste de paternidade ao mesmo tempo, isto incluí a participação da mãe.
  • Se houver uma relação genética próxima entre possíveis pais, e apenas um homem pode ou está disposto a realizar o teste é importante informar o laboratório sobre o relacionamento biológico ao enviar amostras de ADN: é melhor prevenir do que um pedido de desculpas à posteriori!
  • Se a relação biológica entre as pessoas é afastada ou inexistente, basta enviar as amostras.

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